Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

08 agosto 2020

Why not? A vida é muito doida, acredita e segue seu coração!


                  Oiiii! Meu nome é Paola, tenho 26 anos e sou casada com um americano, David, professor ESL para brasileiros. Eu cheguei nos Estados Unidos como Au pair em 2017 com o plano de aprender inglês, primeiro porque meu inglês era um total de zero, eu estudei literalmente para o programa apenas por 3 meses antes de cair nessa aventura e o segundo ponto é que eu queria muito voltar morar no Brasil e o foco era fazer apenas 1 ano de au pair e aplicar para ser trainee em empresas como google que foi inclusive o tema do meu TCC na faculdade de Finanças porque eu já tinha muita experiência profissional dentro da área na liderança em empresas brasileiras. Eu tinha um sonho muito distante de estudar em Harvard, sem nem mesmo saber inglês, mas como todos a minha volta insistiam em dizer e no fundo eu acreditava, isso não estava nem próximo de acontecer, eu nunca fui daquele tipo de menina que assiste muitas séries e que insiste em dizer o quanto o EUA é melhor que o Brasil como muitas pessoas pensam e eu continuo não concordando em muitos quesitos, inclusive eu aprendi a cultura realmente vivendo no EUA no meu dia a dia, nunca fantasiei isso com filmes porque muitos deles eu nem assisti, eu sempre troquei isso por estudar e trabalhar muito com o que eu amava, eu acreditava que era onde eu tinha que dedicar minha juventude, sem perder muito o controle eu saia aqui ou ali, sempre namorei por muito tempo, mas o foco sempre falou mais alto, eu sabia que eu tinha algo que me chamava pra estar lá que mudaria minha vida profissional e com isso eu poderia ajudar minha família financeiramente.Eu tive 25 famílias no meu perfil, criei relacionamentos muito massa pelos e-mails e tive 3 matches, mas ainda não era pra ser, até que minha família apareceu, no meio do mato, onde estava lá as faculdades do grupo de Harvard: Dartmouth e Tuck e meu hosto era nada mais, nada menos que o diretor de Tuck, a pós graduação, mas isso tudo eu só descobri quando cheguei lá. Eu falei muito com eles, amei tanto as crianças e o mais presente de todos é que a mãe nasceu no Brasil, apesar de morar a maior parte da vida dela entre EUA e Canadá e eu tinha tanta certeza que era com eles que eu queria passar meu ano, que eu nem pesquisei nada sobre onde eu moraria. Me mudei, eles foram incríveis comigo, mas internamente passei meus 3 primeiros meses bem conturbados tentando me adaptar a tudo e aprender inglês na marra no dia a dia, lidando com o término de um namoro que tentei por fim 3 vezes antes de me jogar nessa experiência e o abençoado terminou comigo por mensagem no WhatsApp depois de 3 anos juntos, eu simplesmente deletei todas as minhas redes sociais porque as pessoas sempre vinham falar dele e eu estava vivendo em outro mundo, com problemas muito maiores e ao mesmo tempo eu tinha nas mãos tudo o que eu sonhava, então eu mergulhei de cabeça em estudar e viver aquele momento e mais nada. A cidade onde eu morava chama-se Hanover, minhas amigas me visitavam e falavam que eu morava no campus do College e era bem assim que eu me sentia mesmo, porque no meu tempo livre eu estudava na biblioteca do College e ainda fazia academia, ia ao cinema e teatros para aprender mais inglês, tudo no campus, eu estava vivendo um sonho.No meu segundo mês até o quinto eu fiz inglês ESL de forma imersa a manhã toda, 3 vezes na semana, minha mente explodia, mas eu estava aprendendo e vendo resultados, principalmente porque eu fazia amizade com pessoas ao redor do mundo e não tinha nenhum brasileiro morando próximo a mim ou fazendo nada das coisas que eu fazia. No fim do meu primeiro semestre eu abri uma conta no Tinder para treinar meu inglês e vieram vários idiotas falar comigo, até porque, estamos falando de college, onde a galera tem ai seus 19 aninhos e eu já tinha 25. Até que depois de 4 dias dando uns matchs, no dia que eu resolvi deletar o app eu conheci um weird guy. Começamos a conversar e depois de algumas horas eu passei meu celular pra ele porque eu estava realmente deletando o app. Ele mandou vários SMS porque eu disse que nos falaríamos pelo WhatsApp e ele perdido sem saber o que era WhatsApp haha Depois de 1 mês conversando todos os dias, ele me encontrou na biblioteca, eu não combinei nada com ele, apenas pelas nossas conversas ele sabia onde eu estava porque ele trabalhava lá, 2 anos mais velho que eu, finalmente um bom match no quesito de idade e maturidade que o acompanhava pelas nossas conversas, começamos a sair juntos e logo ele viajou comigo para Europa porque eu já estava indo sozinha, meu inglês explodiu, quando vi, passaram 3 meses e estávamos namorando.E mesmo com todos esses planos e tentando controlar tudo, eu tinha esquecido que o meus planos podem não ser o mesmo plano de Deus. Meus hosts já haviam descolado um curso em Tuck onde eu poderia ter um certificado de ter estudado não só em Harvard, mas na melhor pós graduação de business no grupo de Harvard, TUCK. No Brasil eu já estava feita, meus sonhos tinham se tornado mais que reais e faltava 3 meses para eu voltar. E essa família não precisava mais de au pair, tínhamos sido o match perfeito inclusive porque eu só ficaria 1 ano. Eu só me via ficando pelo namorado porque ele insistia muito e eu queria estar com ele, já parecia nos conhecermos de outra vida de tão intensa que foram as emoções e o tanto que convivemos e viajamos nesse tempo que nos conhecemos, mas eu não tinha certeza de nada, apenas que podia tentar continuar mais 6 meses no programa, encontrar uma nova família e ver o que aconteceria, porque com 9 meses é o momento de escolhermos mas só tínhamos 3 meses juntos, era muita emoção, mas eu não tinha nada a perder, resolvi ficar. Consegui uma família na mesma cidade, inclusive o pai era professor e conseguiu me colocar em outro curso em Tuck, era tudo perfeito. Antes de terminar meu ano inclusive, eu viajei com meu marido para o Brasil e ele conheceu toda minha família, na volta ele pediu para casar comigo e eu aceitei, mas disse que eu faria então os 2 anos do au pair para nos programarmos melhor.PORÉM, eu tive rematch com 3 meses e foi MUITO tenso, a criança me deu um tapa na cara, briguei com o pai verbalmente que era um escroto com a mãe e só falava espanhol toda hora, arrumei minhas coisas e sai da casa no mesmo dia, mas eu sentia que estávamos indo rápido demais com a ideia do casamento pela questão de tempo, mesmo amando ele, a ideia de me reconstruir profissionalmente no EUA me assustava e muito, mas ele tinha 100% certeza do que queria sobre casamento e estava disposto a me ajudar, mas eu nunca dependi de ninguém. Então eu mudei para Califórnia no meu rematch, porque precisava de mais clareza, foi a mudança mais difícil, porque foi bem na semana do Thanksgiving, eu ficava no telefone com ele todo meu tempo off e em 15 dias com a família eu quase fui deportada porque a mãe tinha depressão pós parto e não havia me contato, ela tinha um relacionamento terrível com o ex e com o atual marido e surtou quando recebi uma caixa do meu noivo, escondendo de primeira a caixa e depois ligando pra agência e dizendo que eu tinha que sair da casa, ela inclusive tentou me empurrar da escada, foi terrível, eu só sabia chorar por não entender nada o que estava acontecendo comigo, mas não abaixei a cabeça porque eu já havia notado algo estranho e encontrei uma ex au pair que ela deportou para o Brasil, graças a Deus e ao meu inglês que pela primeira vez eu confiei demais nele (um dos meus maiores medos de ficar), eu briguei com a agência, família, pedi meu mês do travel month, voltei pra casa do boy, nos jogamos na vida e casamos, tudo assim, muito rápido e ainda fomos viajar pela Califa, porque ele já tinha as passagens para ir me ver, já que eu tinha me mudado né. Depois de 2 meses mandamos nossas documentações para aplicação do Green Card que fizemos sozinhos e tivemos nossa entrevista 3 meses mais tarde com tudo aprovado com a benção de Deus! Esse processo foi extremamente cansativo e estressante por eu não poder trabalhar, a ideia de estar longe dos meus pais e ainda não ter eles no meu casamento, estávamos começando nossa vida longe de tudo e todos e eu, mais perdida que nunca profissionalmente, trabalhei bastante como nanny para outras duas famílias incríveis e hoje viemos passar um tempo no Brasil, respirar, deixar pra trás toda essa loucura e nos preparar para realmente começar nossa vida com planos mais claros e sem dúvidas, com mais tranquilidade. Vivendo um dia de cada vez, sem pressa, sem loucura, porque entendemos antes mesmo dessa vinda que o que tiver para acontecer nas nossas vidas, acontecerá no tempo Dele!Bom, pra finalizar, eu só quero dizer que esse programa é uma montanha russa e nele pode sim estar o começo das realizações mais lindas de sua vida, seja ela se descobrir, viajar, aprender inglês, estudar, se refazer profissionalmente ou até mesmo encontrar sua cara metade. Mas no mesmo nível que coisas boas acontecem as ruins estarão lá tentando te derrubar, então se eu pudesse te dar um conselho seria: Siga seu coração porque por mais clichê que seja, Deus escreve certo em linhas tortas, seja feliz em suas decisões e tenha certeza de que elas são suas e de mais ninguém! @dreamisastep

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06 agosto 2020

Au Pair na Irlanda: Como é? Como fazer?

Dia duit! Como estão, leitores? Como prometido no meu post anterior, vim compartilhar informações sobre como ser au pair na Irlanda!
 
Resolvi escrever sobre esse assunto pois frequentemente recebo inúmeras perguntas de pessoas interessadas em intercâmbio sobre qual agência escolher, como encontrar uma família, etc etc. Acompanhe esta postagem para ter TODAS as suas dúvidas respondidas!  ... Ou pelo menos a maioria delas... 
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05 agosto 2020

Se tudo der errado, sempre vai dar certo!


Olá, sou Andreza Flôres, Engenheira Civil e tenho 28 anos. Fui AuPair nos Estados Unidos de Julho/2018 a Janeiro/2020 em Dallas, no Texas 🤠👢. 

Quando tudo deu errado na minha vida, tudo deu certo. Mas como assim? 

Meu sonho de ser Aupair começou quando eu tinha 12 anos e uma prima minha veio para o EUA participar do programa, aquilo além de me deixar encantada, me deixou sonhando acordada. Com 18 anos me inscrevi no programa, e quando estava prestes a fechar o MATCH meu namorado na época descobriu que o pai seu estava com câncer e me pediu para ficar, fiquei. NÃO ME ARREPENDO, namoramos por 5 anos. 

Comecei outro namoro logo em seguida, e com esse iria me casar (a iludida). Foram 3 anos de namoro até que um dia ele acorda e termina tudo comigo. Sou do tipo de pessoa que não se abala por pouco, alguns me chamam de rocha por eu ser uma pessoa forte (até mesmo fria em alguns momentos), na época eu trabalhava como engenheira em uma multinacional e cuidava de uma equipe de 60 homens (eles me apelidaram de DIABA LOIRA 😆), ou seja, estava realizada profissionalmente e financeiramente. Porém aquele término me tirou o chão, fiquei tão mal que não me reconhecia mais, foi quando me dei um tapa na cara e gritei comigo mesma: LEVANTA MENINA! 

Fevereiro de 2018 eu estava com 26 anos e 5 meses, corri até a agência Experimento em Sorocaba e contei que PRECISAVA SER AUPAIR. A Ana me entendeu e me ajudou muito conseguindo a minha liberação com a Aupaircare, fiz meu application em 2 semanas (eu sabia de tudo o que precisava, já tinha feito em 2010 todo o processo lembram?), inglês não era o problema (sempre estudei desde os meus 15 anos, não era perfeito mas não era ruim), enfim... MATCH COM A PRIMEIRA FAMÍLIA!

Embarquei dia 22/07/2018, nem chorar no aeroporto eu chorei me despedindo de minha mãe (lembram da pessoa forte? Pois bem, ela tinha voltado!). Sentei-me na poltrona do avião e ali chorei, assim como choro agora escrevendo esse post e lembrando do quão forte e determinada eu fui, e sabe o porque de tudo isso?
PORQUE EU NÃO ACEITO SER INFELIZ. EU NÃO ACEITO QUE OUTRA PESSOA ME TIRE A FELICIDADE, por isso eu me reinventei, mudei. Mudei de país, mudei de casa, mudei de família, mudei de profissão, mudei de pensamentos, mudei pro avesso. E quer saber? O avesso é o meu melhor lado!

Quer saber mais sobre o meu avesso? Pois bem, todo dia 5 do mês estarei aqui contando como foi esse meu 1 ano e meio de intercâmbio, prometo não te decepcionar, tenho muita coisa boa para contar. 

Um beijo, minhas flores. 



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02 agosto 2020

Aspirante sonhadora

Oi pessoal, meu nome é Bruna, mas vocês podem me chamar de Bru! Vim contar como conheci o Au Pair e como ele tem mudado a minha vida (mesmo ainda no Brasil haha).

Tudo começou no início 2018, eu estava no segundo ano da faculdade de Propaganda e Marketing, e em um relacionamento havia 3 anos. Estava de férias com a minha família em um sítio, quando escutei minha tia conversando com a minha mãe, sobre como a namorada do meu primo tinha terminado com ele para ser babá nos Estados Unidos. 

Ao ouvir isso automaticamente entrei nas redes sociais dela para confirmar a informação e lá estava ela, radiante na escola de treinamento, fiquei animada com o que eu vi e tentei tirar o máximo de informações possíveis da minha tia, mas a única coisa que ela sabia é que a namorada, agora ex do meu primo tinha trancado a faculdade de engenharia civil para ser babá.

Quando as férias terminaram e eu precisei voltar para a faculdade e para o trabalho, durante todo o percurso eu pesquisava sobre "Ser babá nos Estados Unidos" e assistia mil e um vídeos no youtube sobre. Aquela sensação de era isso o que eu queria me dominava cada vez mais.

Depois de pesquisar tudo e dominar o assunto eu precisava decidir algumas coisas na minha vida:

1- Eu queria trancar a faculdade para ir ser au pair?
2- E meu relacionamento? Eu poderia jogar três anos no lixo?
3- Eu tinha os requisitos?

Todas essas perguntas precisavam ser respondidas e eu comecei por uma que automaticamente depois dela seria mais fácil responder as outras. "E meu relacionamento? Eu poderia jogar três anos no lixo?" 

Depois de saber sobre o au pair de cor e salteado era o momento de conversar sobre esse plano com meu namorado. Estudávamos na mesma faculdade, e de sexta-feira depois das aulas íamos pra casa um do outro, foi quando no meio do caminho eu perguntei: " O que você de eu ir fazer intercâmbio nos Estados Unidos?" Ele me olhou um pouco confuso, porque eu nunca tinha comentado sobre o assunto, mas me disse: " Acho legal amor, é uma experiência única, tenho certeza que você vai gostar". Pensei comigo, meio caminho andado, quando ele me perguntou: " Você pretende fazer nas férias da faculdade?" congelei, agora era o momento de terminar a explicação. 

Falando o mais pausado possível eu contei tudo sobre o au pair, e por último comentei que o tempo mínimo era um ano, ele me olhou um pouco confuso e me perguntou: " Então você vai terminar comigo?" pra ser sincera nunca cogitei essa ideia, mas se ele não aceitasse o au pair, era o iria acontecer, então com toda a calma do mundo eu expliquei que não queria terminar o nosso relacionamento, mas que não poderia deixar de viver uma coisa que eu gostaria por causa desse relacionamento. Ele olhou pra mim e me disse " Se é o que você quer fazer, eu te apoio, daremos um jeito"

Eu e meu namorado, Lucas


Naquele momento o único motivo que me faria desistir do au pair estava me apoiando, então era o momento de responder as outras questões, e uma era ligada na outra. "Eu era apta?"

 Não era casada. Check!
Estava dentro do limite de idade. Check!
Inglês. Bam!
Habilitação. Bam!
Dinheiro do processo. Bam!
Experiência com crianças. Bam!


Foi então que eu respondi a pergunta que faltava " Eu queria trancar a faculdade para ser au pair?" Na verdade eu não me importava, ainda faltavam 2 anos para eu me formar, e eu queria viver o au pair pra ontem. Mas com a falta de requisitos, pensei que era o tempo ideal para eu aprender inglês, tirar a minha habilitação e juntar o dinheiro que era necessário. Durante esse processo, eu terminaria a faculdade. Daria certo!

Me inscrevi no curso de inglês, intensivo de 18 meses, tive o apoio do meu namorado que também queria aprender. Comecei a juntar um pouco do que sobrava do salário de estagiária e dividi entre pagar a habilitação e juntar para o processo de au pair.

Durante o processo de conhecer perfeitamente o au pair, comecei seguir novas meninas e participar de todos grupos de au pair no Facebook, assim eu estava cada mais mais dentro do assunto. Meu namorado também, já era praticamente um bro au pair, e foi quando ele me encaminhou um story de uma amiga dele, Isabela Lino, que tinha se tornado au pair  e estava na escola de treinamento.

Finalmente ele estava mais seguro por conhecer uma pessoa que estava participando do processo, o medo de eu acabar como a Morena na Capadócia diminuiu rs. Acompanhei a Isa e comecei a seguir as amigas dela que também eram au pair, uma em si se tornou uma grande amiga minha, e foi uma grande responsável por eu estar online, ela me ajudou em todo o processo, com a entrevista e tudo mais. Eu só tenho a agradecer essas meninas incríveis que compartilharam as experiencias delas comigo. Isa e Van, vocês foram e são amigas maravilhosas, sou grata por ter vocês na minha vida. 

Van, Isa e eu quando nos encontramos em SP assim que elas voltaram dos EUA



No final de 2018 eu tirei a minha habilitação, uma coisa a menos, ufa! Continuei estudando inglês e na faculdade, durante as minhas férias de 2019 era o momento de ter minha experiência com crianças para comprovar minhas horas.

O segundo semestre de de 2019 foi uma loucura total, muitas coisas aconteceram. Eu estava terminando com o meu TCC, estudando inglês, trabalhando e praticando direção, foi quando eu recebi duas mensagens: 1: a Cultural Care informando a promoção de 50% para quem ficasse online até outubro.
2: uma proposta de emprego para me tornar CLT, como comentei, eu era estagiária. 

Nos meus planos, eu iria embora assim que terminasse a faculdade, em janeiro de 2020 era o momento de embarcar. Esse era o momento certo pra ficar online, ainda mais com a promoção de 50%. 

Como comentei em cima, minha amiga Van me ajudou muito durante meu processo para ficar online, e não posso me esquecer da minha professora de inglês, Ana, que foi indicação da Vanessa ( essa menina não existe, gente!). Com muita dedicação fiz minha prova, passei, fiz meus exames e estava online!. Ao mesmo tempo eu começava um emprego novo.

Outras dúvidas pairaram sob minha cabeça, embarcar em janeiro ou ficar um pouco mais e ter mais experiência no serviço, aliás eu teria até setembro para embarcar de acordo com a promoção. 

Os próximos passos dessa estória, eu conto para vocês no meu próximo texto!

Obrigada por terem lido até aqui <3


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A Sonhadora que virou Au Pair

Olá, meu nome é Tamara, mas pode me chamar de Thamy, mas também pode me chamar de "A Sonhadora" ...  isso mesmo (hahaha), porque eu sou mesmo uma pessoa cheia de sonhos, e também porque foi através do meu sonho de ser Au Pair que eu comecei a escrever meu blog pessoal chamado "A Sonhadora". Levei esse sonhou a diante e hoje, depois de exatos dois anos em Nova Iorque, termino minha experiência como Au Pair! Quer saber como foi que esse sonho terminou? Vou contar agora mesmo! Bem vindos ao meu primeiro post no famoso O Blog das 30 Au Pairs!
Sonhando na Disney - Magic Kingdom
Como tudo começou: 
Era uma vez esta menina sonhadora que com 15 anos que sonhava em ser bailarina e viajar o mundo todo! Meu sonho era poder vir pros EUA pra trabalhar como bailarina em uma boa companhia/time profissional de Dança e eu também sonhava em poder viajar ao redor do mundo, quase como uma "volta ao mundo em 80 dias" hahaha! Vim de família de classe média e nosso dinheiro nos proporcionava casa, comida e o necessário para viver e em algumas vezes passamos por muito aperto, então é claro que eu nunca iria poder viajar pra fora do país! 
Meu eu de 15 anos tinha acabado se mudar de cidade e estava revoltada com a escola e frustrada pelo Brasil ser um país de oportunidades difíceis, além disso eu sonhava em poder estudar fora! Obviamente meus pais nunca puderam me pagar um intercambio High School e eu logo descobri que não seria tão fácil assim ir para os EUA, então comecei a procurar outras formas de realizar meu sonho, foi aí que encontrei informações na internet, no site de uma agência de intercâmbio, sobre o intercâmbio de Au Pair.  
Naquela época (2011 mais ou menos) o Au Pair não era tão divulgado assim e é claro que na primeira vez que eu li achei que fosse golpe pra levar meninas pra Turquia como escravas sexuais! Hahaha! Comecei a pesquisar mais sobre isso e achei muuuuuiiitos blogs de meninas que eram ou estavam se preparando para ser Au Pair e ao contrário de agora que temos muitos videos no Youtube e muitas contas de Au Pair no Instagram, a algum tempo atrás as futuras Au Pairs escreviam blogs para se ajudar e compartilhar as informações, e foi lendo esses blogs que eu não só aprendi mais sobre o programa como também fiz amizades com essas meninas, como a Gisella do famoso Blog da Gisella, que virou uma das minhas melhores amigas e acabou me ajudando muito no meu processo de Au Pair. E de tanto ler blogs, como eu já amava ler e escrever, resolvi iniciar meu próprio blog e relatar todos os meus sonhos (incluindo o de Au Pair) como se fosse um diário. 
Bailarinando pelos EUA - Washington DC
Meu processo de Au Pair:
Como eu conheci o Au pair cedo, com 15 anos , eu logo consegui convencer meus pais a me matricular na aula de Inglês (por que aprender inglês nunca é gasto e sim um investimento!) e estudei por cerca de 3 anos (parte disso eu mesma que paguei com meu salário na época de faculdade depois que comecei a trabalhar), e eu desde cedo fui assistente das minhas professoras de Ballet nas turmas de ballet infantil e por volta dos 16 anos eu comecei a dar aulas de Ballet pra crianças em uma escola particular na cidade em que eu morava e com isso de quebra eu trabalhava com Dança, ganhava experiência com kids e ganhava uma graninha. O dinheiro eu guardava quase tudo pra poder fazer meu intercambio de Au pair no futuro!
Já que eu havia passado no vestibular eu decidi fazer o Au Pair depois da faculdade e nesse meio tempo eu continuei dando aulas de Ballet pra crianças, fiz também voluntariado em uma ONG que trabalhava com crianças carentes e fui auxiliar de catequista na minha igreja por 3 anos. Eu também continuei estudando Inglês e guardando o máximo de dinheiro que eu podia! 
Foi então que no fim de 2018 eu me formei Bacharel e Licenciada em Dança pela Faculdade de Artes do Paraná e FINALMENTE pude me inscrever na agência. Escolhi a Cultural Care e estava já online quando a minha amiga de blog, a Gisella, que já havia sido Au Pair e resolveu ficar como estudante nos EUA me indicou uma família confiável que estava procurando uma nova Au Pair. Ela estava trabalhando em NY como nanny e por isso conhecia a ex Au Pair dessa família, que falou muito bem deles pra ela. E então depois de mais ou menos 1 mês eu fechei match com essa família de Chappaqua, New York. 
Times Square NYC
Meus dois anos como Au Pair:
Chappaqua fica a cerca de 1 hora de trem de NYC - New York City - e eu cuidei de 3 kids (12yo girl, 10yo boy, 4yo girl - idades de quando eu cheguei). A familia de uma forma geral foi boa, mas é claro que eu tive vários problemas com eles pois afinal não existe host family perfeita. E foi pela localização que eu decidi estender com eles por mais 9 meses (que acabou sendo 1 ano devido à pandemia do coronavirus). 
Tenho um caso de amor por NYC! Essa cidade, que agora é a minha favorita no mundo todo, foi palco de muitos episódios nesses meus 2 anos de Au Pair! Eu amei morar perto dela, pois além de poder conhecer todos os pontos turísticos que eu só via em filmes, pude também estudar Dança no Broadway Dance Center a escola de Dança mais famosa do mundo! E minha experiência como Au Pair foi assim entre idas e vindas à NYC! Eu pude viajar muito pelos EUA, conheci a Disney, estudei inglês e por isso consegui ficar fluente na língua, juntei uma graninha e vivi momentos mágicos que eu jamais imaginaria viver! 
Olhando pra trás eu percebo o quanto valeu a pena cada minuto de sacrifício que eu passei pra poder realizar esse sonho! Desde perrengues no Brasil antes de vir quanto perrengues nos EUA envolvendo a host family, pois afinal foi por meio desses sacrifícios que eu consegui realizar meu sonho, e não só isso mas pude aprender MUITO! Afinal o Au Pair é um intercâmbio de profundo aprendizado! A maior lição que eu aprendi no Au Pair com a minha host family (aprendi do jeito ruim!) foi a ajudar aos outros e a fazer o bem sem exigir algo em troca, e sim simplesmente por querer ser uma pessoa boa! Também aprendi que o respeito é uma das coisas mais importantes, e a ausência do respeito pode ser notada até nos pequenos detalhes! No fim essa experiência me fez crescer muito enquanto ser humano e eu espero que, já que esse é um intercâmbio cultural, que a minha host family tenha aprendido algo valioso comigo também! 
Liberty Island NY
O fim ou o começo?
Ao fim dos 2 anos de Au Pair resolvi voltar pro Brasil, primeiro devido a Pandemia que estamos vivendo e depois porque eu sinto que essa experiência foi muito boa pro meu desenvolvimento pessoal e já está na hora de partir pro meu próximo passo, ou melhor, pro meu próximo sonho! E agora vamos ver pra onde esse próximo sonho vai me levar! Pra ler mais sobre a minha experiência venha conferir meus posts no dia 2 de cada mês! 
A todas as ex, atuais e futuras Au Pairs eu espero que vocês tenham realizado seus sonhos e que possam viver ou ter vivido tantas coisas incríveis assim como eu vivi nos meus dois anos como Au Pair! E nunca se esqueçam: independente do que acontecer nunca parem de sonhar!
Beijinhos!
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01 agosto 2020

Voltei para o Brasil e agora?


Oi pessoal, sou a Ana Luiza e eu fui Au Pair nos EUA por quase dois anos e meio. Eu morava em Raleigh, Carolina do Norte e tive momentos incríveis vividos nessa cidade que posso chamar de lar.

Voltei para o Brasil em abril de 2020 e vou contar um pouco sobre como se senti alguns dias antes de partir e como estou me sentindo de volta ao meu país. Porque sabemos que sempre vai ter aquela pessoa que vai perguntar, "Porque não ficou lá?" ou "Como você está se sentindo de volta?".

Então vamos lá...

Demorei para saber como colocar em palavras, essa tal dor que eu senti e que doeu muito. Provavelmente foi a pior que eu já senti na minha vida; foi a dor de tomar uma decisão que ia mudar minha vida e que foi uma decisão que eu nao queria tomar, mas eu sabia que era certo.

Foram duas semanas de altos e baixos, mas os baixos eram bem baixos. Eu chorava tanto, meu peito doía e eu só queria que aquilo passasse e eu me lembro de falar pra mim mesma "vai passar, vai passar", mas por dentro eu sentia que nunca ia passar. E agora...meio que passou, as vezes parece que vai voltar mas numa intensidade menor e de um modo diferente. Mas na realidade não sei exatamente como eu me sinto estando do volta. Eu olho para as pessoas que ficaram e olho pra mim que fui, e sinto conflito de crescimento pessoal diferente. Eu 100% acredito que nós aprendemos com tudo que vivemos na nossa vida, mas acho que posso colocar que eu meio que vivi esses 2 anos mais intensos do que as pessoas que ficaram de uma maneira diferente. 

Me lembro quando eu vim visitar o Brasil em 2019 e me lembro da alegria absurda que eu senti um dia antes da viagem; infelizmente em 2020, um dia antes de voltar para o meu país eu senti um sentimento totalmente oposto. Talvez era medo, tristeza, incerteza, perda ou todas as opções juntas; e tudo bem...faz parte sentir tudo isso. 

Essa minha jornada foi sobre distribuir um pedacinho de mim para tudo que eu vivi e conheci e infelizmente (ou felizmente) esse pedacinho de mim ficou com esses momentos vividos e agora vai ficar esse sentimento de vazio dentro de mim. Eu li um texto que expressa exatamente como eu me sinto, mas um parte em especial fala assim, "sou muito grata pelas minhas peças faltando, porque sem perdê-las eu nunca saberia a alegria de as encontrá-las novamente" e isso talvez explique a felicidade que eu senti em visitar o Brasil em 2019...eu estava achando uma peça que eu havia deixado lá. 

Então estou ansiosa de sentir essa alegria novamente, pois sei que minhas peças perdidas estão por aí, esperando por mim. 

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Uma taubateana na terra dos Cangurus!

Hey, darlings! 

Eu sou a Sthéfanie, mas se você se sentir um pouco confuso com a grafia do meu nome, fique a vontade para me chamar de Teté! 😉 
É um prazer enorme participar e estar escrevendo para este blog! Lembro que quando eu estava no começo do meu processo para ser Au Pair nos Estados Unidos (em 2014), este blog foi um dos primeiros recursos aos quais eu tive acesso e que me inspiraram demais para fazer parte deste mundo! 💙
Por mais que eu tenha feito parte brevemente do mundo auperiano nos EUA, minha participação no blog será dedicada a minha experiência aqui na Austrália.

Mas... Deixa eu te contar um pouquinho sobre mim...
Meu nome é Sthéfanie, eu tenho 25 anos e sou natural de Taubaté, cidade do interior do estado de São Paulo, popularmente conhecida como a cidade da falsa grávida ou do Sítio do Pica Pau Amarelo ou então, da maravilhosa Hebe Camargo!
Sabe que, desde que eu tive uma experiência desagradável como Au Pair nos Estados Unidos e voltei pro Brasil, eu logo engatei na faculdade e durante os últimos quatro anos, eu coloquei na cabeça que eu iria tentar de novo assim que me formasse!
No final de 2018, estava eu conversando com uma amiga Ex-Au Pair e que naquela época era Au Pair na França, com muita relutância, eu acabei decidindo tentar o intercâmbio de Au Pair na Holanda e então, comecei a pesquisar mais sobre isso. (Neste momento, você deve estar se perguntando, mas o que? E como assim você foi parar na Austrália? Algo de errado não está certo, hein!) Pois é... Pesquisa aqui, pesquisa ali e então, eis que descubro que Au Pair na Holanda não viria a atender meu objetivo. No começo de Maio de 2019, eu entrei em contato com uma amiga que trabalha na agência da Experimento da minha cidade, ela me encheu de perguntas! Foram quase 3 horas, com ela me mostrando todas as opções, pontuando prós e contras dos países, até que, de repente, ela teve um insight e falou bem assim: "Por que não ser Demi Pair na Austrália, Sthé?"
Até então, eu não tinha nem ideia do que era isso ou então de que essa modalidade de intercâmbio existia. E muito menos na Austrália. Eis que a Sthéfanie vai e começar a pesquisar sobre isso. Pesquisa, pesquisa, pesquisa. Pede o orçamento do programa. Pesquisa, pesquisa, pesquisa. Até então, eu só tinha ouvido falar de Sydney, de Cairns e dos cangurus. Eu não conhecia quase nada da Austrália. Este país nunca havia feito parte dos meus planos. Mas, considerando todas as opções que eu tinha até o momento, com a pressa de querer embarcar logo depois da colação de grau da faculdade, eu caí de cabeça nessa ideia! E em 14 de Setembro de 2019, eu estava saindo do Brasil com destino a Brisbane, no estado de Queensland, Austrália! 

Eu sempre fui do tipo de pessoa que gosta de planejar tudo, nos mínimos detalhes. Eu faço listas de prós e contras, eu crio planilhas, eu imagino tudo na minha cabeça. E, esta escolha, a de viver uma experiência cultural na Austrália foi a primeira vez que eu não pensei muito, que eu não sofri por antecedência ou que eu não fiquei com medo do que viria pela frente. Eu simplesmente me entreguei a oportunidade que estava disponível para mim. E, confesso que esta foi a melhor escolha que eu fiz em muitos anos! Eu mudei tanto! Todos os dias, eu descubro algo novo, eu me reinvento, eu aprendo algo ou eu tenho a dádiva de compartilhar algo com alguém. É uma mudança contínua e muito positiva! Não me arrependo desta decisão de última hora! E se pudesse, faria de novo!
A partir dos próximos posts, eu vou contar para vocês sobre o programa de Demi Pair, como foi a minha experiência, como me tornei Au Pair, os desafios de trabalhar e estudar e um pouco mais sobre o estado onde eu moro! Espero vê-los por aqui! See ya! 🐨
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