Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

16 abril 2021

Lições...


Já ouvi inúmeras vezes a seguinte frase: "A vida é uma escola" e desde sempre eu a compreendi. Claro que com o passar dos anos e vivenciando a vida, pude compreender a frase em diferentes contextos, mas como o Blog aborda de forma especial sobre as experiências dessa vida de intercambistas. ANYWAYS, gostaria de deixar registrado a nova forma como enxergo essa frase cotidiana (By Brasil).
Acredito que para todos aqueles que decidiram se aventurar fora da "casinha materna" (País Materno), em algum momento, se sentiram como uma criança assustada quando se perde dos pais no supermercado. Só que diferente dessas crianças que encontram conforto quando enxergam algum conhecido por perto, nós intercambistas dessa vida louca, não encontramos esse conforto com tanta rapidez e então que aquele lance da vida ser uma escola se torna real e necessário. Nesses momentos a gente tenta buscar com a alma mil maneiras de trilhar alguns caminhos que jamais fizemos antes na tentativa de encontrar alguma saída ou até mesmo solução para dar aquela acalmada nos animos e nervos. Depois que começamos essa jornada tudo se torna um negócio a Flor da Pele. O estopim "Au Periano" é quando apenas um gritinho de birra desencadeia aquele sentimento de  TIRO, PORRADA e BOMBA dentro desse humilde corpo cansado e desnutrido (to zuando heinh)...
A vida realmente é uma grande escola pública, tá bom? "CAUSO DE QUE" ninguém é melhor que ninguém, todo mundo tem um dia meio merda, todo mundo chora, todo mundo faz drama, todo mundo ama e todos nós somos aprendizes dessa escola que nunca terá fim (lógico terá fim quando a morte bater a porta e te convidar para um rolezinho aleatório), mas eu, na minha fé na vida, acredito que há de existir vida além dessa que aqui estamos neste exato momento e por isso acredito que o lance da escola há de ser um carma para todos nós e então o negócio é aprender e tentar evoluir dia a dia, na garra, na vontade, no drama, talvez isso seja uma nota alta da vida.
Gostaria de deixar aqui alguns tópicos que aconteceram comigo após a vida fora da casinha, então por favor não generalizem, isso não quer dizer que acontece somente porque estamos longe, isso pode acontecer até dentro da casa dos nossos pais, com nossos irmãos, amigos, familiares e etc...

1.º Aprendi que amigos de verdade permanecem com você, independente da distâncias, diferença de horas, independente de qualquer coisa e essa vida aqui, bem distante de casa, apenas me provou quem SEMPRE e quem NUNCA... E honstamente doeu ver que eu sempre achei que fosse SEMPRE, mas que se provou por inúmeros motivos que era um NUNCA. Como já escrevi, e ressalto, doeu profundamente, mas estou aprendendo e sendo mil vezes mais gratas por todos os AMIGOS que continuaram a dizer SIM para mim...

2.º Aprendi que tudo tem um limite. Não sou um município mas precisei segurar as emoções e parar de me arriscar em aventuras perigosas, pois como bem sabemos aqui não existe SUS e um tombinho besta poderá me custar um rim saudável, então é isso, virei munícipio...

3.º Aprendi que não sentir saudade, não querer voltar para casa, não significa falta de amor. Muito pelo contrário, significa amor próprio, poder estar onde te faz bem e não se importar com a opinião alheia é aprendizado e vale a pena tentar...

4.º Aprendi que nem tudo será como eu quero e que não vai me adiantar de nada fechar a cara, cruzar os braços, respirar fundo a ponto de fazer barulho para o outro entender que estou zangada. Não vai adiantar em nada! Vai apenas fazer aquele lance do "tiro, porrada e bomba" pegar fogo e será totalmente em vão...

5.º Aprendi/Aprendendo a cuidar do meu corpo e isso não é uma lição fácil mas necessário, por exemplo eu aprendi de vez a diminuir o consumo de refrigerante e hoje em dia é uma coisa que eu literalmente não sinto falta - e olha que eu era daquelas que quando as pessoas visitavam em casa eu não oferecia água eu oferecia a famosa Coca (Its funny and stuppid, sorry guys mas eu ajudei a ferrar com teu corpo)... - Zueiras a parte, estou aprendendo a realmente me alimentar melhor, pois meu corpo precisa de cuidado, afinal a vida não é só "COMER, AMAR E REZAR" (ah quem me dera)...

6.º Aprendi a valorizar o dia, a tarde a noite. Nada mais gratificante do que se sentir vivo. Existir por existir é ignorância de mais. Precisamos aproveitar a oportunidade diária que nos é concedido, porque afinal a vida é bem rara e passageira...

7.º Aprendi na força do ódio a dar satisfações, mas hoje eu vejo isso como uma forma de carinho e cuidado, porque é bom alguém saber de fato aonde estamos, pois caso aconteça algo esse alguém ao menos terá uma idéia de onde eu estive até um último contato. Preciso ressaltar que só aprendi a valorizar isso quando eu me perdi na minha antiga cidade (New Haven) e minha internet não estava funcionando e o Inglês era uma porcaria e eu andei tanto que fui parar em outra cidade e quando voltei pra casa, como já dizia o nosso querido Chaves "Volta o cão arrependido e com o rabo entre as patas", quase chorando e morta de canseira, humildemente pedi desculpas e desde então sempre aviso onde estou indo até porque né minha gente não dá pra brincar de forma vida louca e não assumir os possíveis BO's...

8.º Aprendi "RA LE LU IA SENHOR" que o respeito dentro de casa é primordial, porque a minha vida toda, dentro da casa da minha mãe eu e meus irmãos fomos ensinados que se ganha quem grita mais e respeito por lá nunca existiu e isso infelizmente interferiu em vários aspectos de minha vida, mas tive a sorte de aprender e viver tudo isso...

9.º Aprendi que o que ninguém sabe, ninguém estraga ou atrapalha. Inclusive coloquei esse valioso aprendizado em prática durante todo meu processo de Au Pair, apenas três pessoas souberam desde o começo e inclusive uma dessas pessoas se encaixa perfeitamente naquele lance de amigos do primeiro tópico pois a mesma tentou "estragar" ao ficar fazendo brincadeirinhas e soltando para pessoas que não tinham necessidade alguma em saber mas ainda assim coloquei em prática esse ensinamento e tirei essa pessoa de jogo, deixando apenas duas pessoas me acompanharem por toda a jornada, do começo ao fim, inclusive são as duas as únicas que sabem de tudo que me acontece aqui, são anjos em minha vida. Muito obrigada Camila e Tati! Sem vocês seria mais difícil aprender essa lição.

10.º Por último e não menos importante, aprendi e aprendo todo santo dia o quanto somos importantes, capazes e que não podemos nos limitar. Não podemos deixar o medo tomar conta da situação e honestamente esse aprendizado é lindo quando sentimos de forma real e intensa... 

Por fim, novamente um TEXTO quase BÍBLIA mas "Tô Nem Aí". Não podemos nos limitar, lembrem-se disso, again! Gostaria de dizer que a vida é única demais pra gente ficar repetindo incansavelmente os erros que um dia nos serviram de aprendizados...

Para todo, inclusive eu, desejo muito amor, sabedoria e alegria, como cantava Rionegro & Solimões:

"A vida é dura só pra quem é mole mas quem tem coragem e fé, não se encolhe, acreditar e nunca desistir, solta a voz e cante forte pra todo mundo te ouvir.”

Tenham um ótimo dia queridos leitores.

Tchauuuuuuu, see you soon guys!
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13 abril 2021

Mantendo contato com Host Family

"Oi, oi, ocê de casa!"

Hoje vim compartilhar com vocês uma das coisas que mais ouço sobre o término do programa: MANTER CONTATO COM A HOST FAMILY. Devo ou não? Eu quero? Se sim, COMO?

A gente sabe que a experiência morando fora e tendo uma "segunda família" aqui fora não é fácil e nem sempre realmente encontramos uma real "família" para chamarmos de nossa. Mas quando acontece, sempre fica aquele vazio no peito na hora de ir embora: seja pelo término do programa ou por qualquer outra eventualidade que possa ocorrer durante essa trajetória. E lá no fundo existe aquele questionamento: será que eles sentem a minha falta como eu sinto deles? - e não estou falando apenas das kids, ok?! - Eles pensam em mim e nos nossos momentos como eu estou sempre relembrando? Eu realmente fiz alguma diferenã na vida deles no período que estive lá?!

Algumas dessas perguntas nós nunca saberemos a real resposta - a não ser que eles nos digam. Porém, se você carrega esse sentimento, por que não compartilhar com eles?! "Mas COMO, Letícia?! Eu não sei o que dizer..." Mensagem de texto, email, WhatsApp, facebook, Instagram ou até mesmo o snap chat (muito mais comum aqui fora do que no Brasil). "E o que devo escrever?" Seja sincero na sua fala e seja quem você sempre foi com eles. Se vocês eram próximos, acredito que não há nenhuma dúvida de como iniciar essa conversa, certo?! Se, apesar de próximos, você ainda acha que não sabe o que dizer, seja breve. "Hey, tenho pensado muito em vocês e nos momentos que tivemos juntos... Espero que vocês estejam bem e blá blá blá..."

É quase aquela coisa de "quem vai dar o primeiro passo", sabe?! Às vezes a família sente sua falta sim, mas também não sabe como "reach out to you" e quem sabe você tomando essa iniciativa vocês não estreitam ainda mais essa relação?!

Eu tive duas - ótimas - famílias nos meus dois anos de Au pair. Quando deixei a minha primeira em Boston para vir para a nova na Califórnia, lembro exatamente do sentimento que carregava: eu tinha medo de perder contato com os pais e não acompanhar de "perto" o crescmento e desenvolvimento das minhas kids. Eles eram new borns quando cheguei lá e o único meio de eu manter contato, seria pelos pais. Para a minha sorte, nós sempre fomos bem próximo e NÃO! Nós não nos falamos regularmente. Nos temos nas redes sociais e acompanhamos uns aos outros por lá, com reações à postagens, comentários e tudo mais. Mas ao menos uma vez ao mês trocamos mensagens (ou videos no snap chat), realmente nos atualizando sobre nossas vidas e rotinas. Isso ocorre já faz 3 anos e meio.

Quando deixei a minha segunda família para retornar ao Brasil eu não tive o mesmo sentimento que a primeira vez por motivos de: eu e a mãe das kids somos partners in crime desde o dia 1, então nunca tivemos nenhum problema em demonstrar nenhum tipo de afeto uma à outra. O dia da minha despedida foi o mais difícil, mas antes mesmo de eu ir embora ela já escrevia bilhetinhos e deixava debaixo da porta ou mandava mensagens "aleatórias" durante o dia, dizendo o quanto eu iria fazer falta... No Brasil não foi diferente: mensagens e mais mensagens. Com vários delays devido ao fuso e à vida insana de trabalho que ela tem... Mas sempre presente. Um dos motivos que me trouxe de volta para a tão sonhada Califórnia.

Essa questão do delay nas respostas é outro fator MUITO IMPORTANTE e que devemos levar em consideração: nós, brasileiros, temos sempre esse negócio de responder quase imediatamente não deixarmos as pessoas esperando por respostas por muito tempo. Os americanos não são como nós. Acredito que possa ser cultural também... Eles trabalham MUITO (especialmente nossos host parents) e convenhamos que nós não somos prioridades na agenda deles... Então não pense que eles simplesmente nos ignoraram. Algumas vezes eles nem deram conta de tudo que tinham pra fazer naquele dia. 

Ah, fora as questões linguísticas, né pessoa?! Temos a nossa linda e maravilhosa Língua Portuguesa com uma léxico gigantesco para nos expressarmos... A Língua Inglesa não é tão rica assim (do meu ponto de vista) e isso pode fazer com que você ache as respostas deles meio secas, curtas e grossas. Não sinta que seja algo pessoal.

A minha dica é: se você sente falta, diga. Escreva. Reach out to them! Tenho certeza que se você der o passo inicial vai ficando mais fácil. Uma vez ao mês.. ou a cada dois meses... Quem sabe eles não passam até a te procurarem mais ao saberem que eles também foram/são importantes nessa trajetória que tiveram juntos?! Open your hearts!

Espero que tenham gostado e vejo vocês no mês que vem!

Um beijo e um queijo! Xêro no cangote também! ♥

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11 abril 2021

Before x After após 1 ano e 7 meses na Austrália

 Hey, gente! 

Este mês eu fiz um pedido especial para as meninas aqui do blog para postar em uma data diferente. Desde o dia 2 de Fevereiro de 2021, tem acontecido diversas situações na minha vida e até então, eu acreditava que seria mais por conta da transição do planeta e todos os acontecimentos ao redor do mundo, porque querendo ou não, na minha visão, somos afetados por isso. MAS, foi aí que, em um belo dia de domingo, conversando com um amigo, eu percebi que já fazia mais de um ano e meio que eu estou na Austrália e nunca parei para refletir a respeito do que eu era quando ainda estava no Brasil e o que eu sou agora estando por aqui. Logo, decidi fazer esta reflexão e vir contar um pouco disso para vocês. 

Let's throw back in time...

Em Maio de 2019, eu estava caminhando para as minhas provas finais do último semestre da faculdade, era também meu último mês de estágio e depois de quase quatro anos desde a minha experiência não bem-sucedida como Au Pair nos EUA, eu ainda tinha a vontade louca de me aventurar pelo mundo em um intercâmbio. Analisei minhas economias e pesquisei muito sobre Au Pair na Holanda, crente de que era para lá mesmo que eu iria, para aperfeiçoar o idioma e poder rodar pela Europa. 

Naquela época (parece que faz muito tempo, nossa!), eu me recordo dos conselhos que os meus professores universitários davam para a minha turma sobre o nosso plano de carreira, o quão importante era ter tais cursos extracurriculares, falar mais do que "só" Inglês e Espanhol, ter o conhecimento de sistemas A, B e C; e o mais importante: ter experiência. Inclusive, isso me lembra as entrevistas de estágio que eu fiz para algumas empresas, em que pediam experiência para se ter experiência me algo. Um loop meio doido. 

E do outro lado, tinha aquela leve pressão das pessoas com quem eu convivia. "Poxa, Sthéfanie, mas você já está com 24 anos... A sua mãe, na sua idade, já tinha tido você e estava com o seu pai.", "E o namorado, cadê?", "Mas você ainda mora com seus pais? Por que você não tenta algo diferente?". Várias crenças limitantes que ainda perpetuam em nossa sociedade. Eu lembro que estava insegura sobre ter a minha experiência internacional e ainda assim, não ser o bastante para galgar meu futuro. Tantos requisitos e expectativas de um lado e do outro, tinha eu. Só eu mesma, certa de que ia para um intercâmbio por quatro meses, mas cheia de dúvidas do que viria depois. 

Durante os meus quatro anos de faculdade, eu fui uma das alunas mais jovens da minha turma. A galera era mais velha, decidida, em um relacionamento e com planos do que fazer e do que não fazer. Eu me lembro também que eu e minha melhor amiga éramos as únicas que saíam aos finais de semana para ir para a balada ou festas universitárias. Enquanto planejávamos nossa próxima viagem, outros planejavam a pintura do quarto do bebê ou a troca de carro. Sabe, eu fiquei pensando muito sobre isso esta semana. Há um certo e errado na vida?

Em um ano e sete meses de Austrália, eu me vejo em uma constante metamorfose. Eu vim com o plano de aperfeiçoar meu inglês ao ponto de atingir a fluência e ser capaz de fazer um exame de proficiência da língua, pois quando retornasse ao Brasil, eu iria aplicar para uma bolsa de mestrado na área de Supply Chain. Me despedi dos meus pais no aeroporto e a minha mãe, com lágrima nos olhos e sorriso no rosto disse "Não serão apenas quatro meses, filha. Não sei quando vou te ver de novo, mas sei que você tem um mundo para desbravar e eu também sei que você será capaz disso!". Na época, eu achei isso bastante dramático da parte dela. Afinal, eu não fazia ideia do quão assertiva a minha mãe realmente é! 

575 dias. 4 host families. 13 host kids. 7 tipos diferentes de trabalhos extras. Um inglês com o qual eu consigo me comunicar com facilidade, sem passar aperto. 13.800 horas regadas de uma montanha russa de emoções. Eu tenho comigo que antes de chegar aqui, minha vida era agitada e vez ou outra, acontecia algo com o qual eu tinha que lidar de uma forma diferente, mas ainda assim, eu levantava, sacudia a poeira e dava a volta por cima. Porém, aqui, eu tenho a impressão de que é tudo muito mais intenso. Parece que cada detalhe conta e as decisões tomadas decidem o presente e parte do futuro em um estalar de dedos. 

Quando eu deixei o Brasil, eu era uma pessoa insegura, de poucos amigos, muito na minha e cheia de sonhos. Eu tinha uma vergonha enorme de chegar e falar ‘oi’, de ser a primeira a tomar iniciativa quando inserida em um ambiente com outras pessoas - aquele receio de estar em foco -. Eu mal sabia fritar um ovo ou passar roupa decentemente. Eu tinha dúvidas sobre qual a melhor marca de produto de limpeza e sequer havia feito um planejamento minucioso sobre meu período aqui. Eu vim com a certeza de que aperfeiçoaria o meu inglês e falaria o menos possível em português, para evitar que o meu tempo e dinheiro investidos não fossem prejudicados. Esta certeza foi certa por um longo tempo! Tanto que eu alcancei o que eu vim buscar em primeiro lugar. Mas as outras... Já perdi as contas de quantas foram as vezes que me vi pensando, pensando, pensando e repensando os meus planos, o meu futuro...

A Sthéfanie de hoje é diferente da de ontem, da semana passada, do mês passado, de 2020, de 2019 e com certeza dos anos anteriores a esses. Eu já quebrei muito a minha cara por aqui. Esta semana mesmo, inclusive. Sigo aprendendo a não esperar o melhor das pessoas, ou esperar que elas pensem como eu para agir em uma situação em conjunto. Aprendi muito sobre cozinhar e trabalho com limpeza de casas, escritórios e lojas. Exercitei muito a minha paciência e expandi os limites da minha criatividade com as crianças. Dentre ganhos e perdas, já me vi refazendo meus planos por pelo menos 10 vezes. Acredito que não é a toa que eu tenha mudado de host family muito mais do que a média das au pairs por aí. 

Eu cresci vendo o desenvolvimento e o crescimento das pessoas ao meu redor, que buscavam pela realização dos seus sonhos. Muitas delas tinham sonhos parecidos, como se estivessem seguindo um manual de instruções. Se formar no Ensino Médio, iniciar a faculdade, se formar, conseguir o emprego ideal, casar, ter filhos e aproveitar o resto de sua vida. A “fórmula mágica” era que se você não tivesse um diploma, não teria emprego; e se não tivesse uma companhia, não seria feliz. MAS, com a passagem dos anos, a chegada da internet e as pessoas começando a compartilhar um pouco mais das suas vidas, outras fórmulas mágicas começaram a vir a tona. Como, por exemplo, o intercâmbio de Au Pair. Há pessoas que vão assim que completam 18-19 anos e depois que terminam o programa, seguem seus planos. Outras que vão depois da faculdade ou que trancam a faculdade por 1-2 anos para viver esta experiência. E ainda, há quem vai depois dos 30. E em sua maioria, essas pessoas vivem os melhores anos de suas vidas a partir daí. Eis que volto a te perguntar: existe certo ou errado? 

Eu tinha medo de não ser capaz de me virar sozinha, pagar minhas contas e batalhar pelo meu trabalho e estudo. Estive presa, por mais de um ano, na ideia de que levar uma vida sozinha seria complicado sem ter uma companhia para dividir contas, problemas e alegrias. Por um ano e seis meses, eu me vi presa as crenças limitantes. Eu me vi passando por situações parecidas de tempos em tempos, como se Deus estivesse me dando uma nova chance de tomar uma decisão diferente e tentar de outra forma. Demorou um pouco, mas eu finalmente consegui olhar para isso e tentar mudar de verdade. Não pelos outros ou pelo o que esperam de mim, mas por mim mesma. Eu sou a única responsável pela minha felicidade. Hoje, eu faço uma comparação de antes e depois e não me entristeço por decisões tomadas e que não deram certo. Sabe por que? Porque naquele momento, quando eu tomei tal decisão, parecia certo para mim. Se funcionou por um curto ou longo tempo, é difícil dizer, mas a certeza é de que eu aprendi algo, seja para a minha evolução interior ou para contribuir com a evolução de alguém.

Hoje, diferente do passado, eu não tenho mais vergonha. Se eu preciso ir a algum lugar ou ligar para alguém e isso envolve o uso do inglês ou da minha cara de pau, eu vou e faço. Afinal, se eu não fizer, quem é que vai fazer por mim? (É, mas eu demorei um pouquinho para entender isso rsrs) Na semana passada, eu iniciei o terceiro termo do meu curso, com a notícia de que precisarei fazer um estágio não-remunerado de 10 semanas em algum empreendimento de Hospitality pela cidade. E eu já corri para resolver isso! Meu visto expirará em Novembro, mas eu já estou me planejando para permanecer mais um tempo por aqui. E os trabalhos? Bom, além de cuidar das minhas pequenas grandes mulheres (Emelia, Evie & Charlotte), sigo com alguns extras para poder manter o meu sonho vivo. No atual momento, eu fico feliz em compartilhar com vocês que, como um girassol, eu sou luz para mim mesma e sigo, dia após dia, redescobrindo o meu sol! 

Por fim, quero deixar aqui uma reflexão para vocês: Em um mundo cheio de gente, com suas infinitas particularidades e gostos, é impossível dizer que somos todos iguais e comuns. Somos diferentes. Temos vidas, sonhos e planos únicos. Vivemos a nossa vida em busca da nossa própria felicidade, prosperidade e sucesso. Não tem uma fórmula mágica ou um manual de instruções para isso. São através de tentativas que vamos descobrindo, aos poucos, o que é pra gente e o que não é. E se você já está com seus 30 anos e ainda não se casou ou não tem sua casa própria ou não tem filhos, está tudo bem, viu? O importante é ‘Viver e não ter a vergonha de ser feliz! Cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz!’. 

Tenham um ótimo mês de Abril e até Maio!!! See ya! 🐨

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09 abril 2021

Aniversário longe de casa: nada normal

Foto do meu primeiro aniversário aqui, em 2019.

 Faço aniversário dia 8 de abril, no caso ontem. Eu sempre fui uma pessoa que ama aniversário, ama esperar meia noite para chegar o dia, ama comemorar, ama fazer uma reunião com amigos e família, com coxinha, bolinha de queijo, bolo e brigadeiro. No Brasil sempre foi festa tripla, afinal meus pais fazer aniversário na mesma semana, eu dia 8, minha mãe dia 10 e meu pai dia 12. Ou seja, só alegria!

Porém, desde que me mudei, vem sendo diferente. A forma que eles comemoram aniversário aqui é diferente, além de, apesar de ter tido uma host family que se preocupa comigo, ainda assim não é a minha família. Esse é o meu terceiro aniversário aqui, e é o terceiro ano que algo falta nesse dia. 

Não sei se é o clima de festa que sempre tivemos no Brasil, afinal, quase metade da minha família faz aniversário em abril. Mas falta, e falta muito. Esse ano foi ainda mais estranho, não esperei nem chegar a meia noite para “comemorar” minha idade nova.

Queria entender o que falta, queria entender se realmente tem algo errado com a forma como comemorar aqui ou se é algo comigo, com a falta de estar em casa e comemorar com as pessoas mais importantes da minha vida. Você, que é Au Pair e ainda não passou nenhum aniversário, ou você, futura Au Pair, se prepare para não se decepcionar, mas não se blinde. Tente reunir suas amigas e fazer desse dia o melhor possível.

Por hoje é só, estou passando por tempos difíceis de ansiedade, mas sei que tudo passa. E ah, feliz 28 anos pra mim! 

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05 abril 2021

Minha host mom vai muito com a minha cara e agora?


Olá de novo, essa é a continuação do meu ultimo post, aonde eu conto a segunda parte dos meus dois anos de Au pair.

Muito bem, quando eu cheguei na casa da minha host family em Chicago eu já percebi que a energia das pessoas lá era diferente. Eu fui muito bem recebida e eu lembro de ter muita gente pro jantar. Eu fui morar no subúrbio numa cidade muito fofa chamada Wilmette (que é vizinha de Evanston, cidade famosa pelos filmes Meninas Malvadas e Esqueceram de mim). Wilmette e tipo aquelas cidades de filmes em que os vizinhos se conhecem e passam os feriados juntos, viajam juntos, os amigos das crianças moram perto, e o clima é de família mesmo. Eu até comentei em outro post que eles me levaram pra tomar sorvete no primeiro dia e foi todo mundo, uns três carros cheia de gente kkk.

Em Chicago eu fui cuidar de três crianças também, eram duas meninas de 6 e 11 anos e um menino de 13 anos. Eles são muito educados e mais dependentes do que as crianças que eu cuidava, também por serem mais velhos, creio eu. Pra me dar bem com as meninas foi muito rápido, eu aprendi a fazer as panquecas no café da manhã e elas já me amaram kkk. A de 11 anos gosta de Harry Potter e de vídeos engraçados então a gente ficava um tempão rindo juntas. A de 6 anos fazia birra às vezes, mas é um amor e tudo que ela quer é alguém que brinque com ela, então lá ia eu brincar de boneca, pintar as unhas, pular na cama elástica, dançar etc. Com o menino foi mais difícil, talvez por ele ser adolescente ou porque ele é mais tímido mesmo. A gente teve até um momento awkward em que a host mom insistiu que a gente passasse um tempo juntos pra se conhecer e a gente ficou num silêncio muito chato. Ele acabou indo jogar videogame e eu fiquei assistindo um filme kkk mas enfim, no final do meu ano ele era meu parceiro do lanche da meia-noite:)

No começo eu quase tive problemas com a host mom, porque quando eu começo uma coisa nova eu gosto de instruções claras, antes que eu possa me adaptar e desenvolver meu senso de proatividade hehe. Então nós tivemos uma ou outra desavença antes que ela pudesse confiar em mim e eu começasse a fazer tudo certinho e seguir o cronograma das crianças sem problemas. 

Enfim, eles sempre foram muito bons comigo, cumpriram o que tínhamos combinado desde o princípio como os horários, uso do carro, finais de semana off (se eu trabalhava eles me pagavam extra, mesmo se eu tivesse horas sobrando). Nós viajamos pro México por uma semana e eu trabalhei só dois dias porque minha mãe e minha irmã foram me visitar lá. Eles foram super fofos com elas, mesmo não sabendo se comunicar kk. Foi muito diferente da viagem que eu fiz pro Canadá com a host family da Califórnia, em que eu trabalhei todos os dez dias que a gente ficou lá, desde a hora que as crianças acordavam até quando iam dormir (pra não dizer que não tive folga, eles me deram uma noite off e um pouco de dinheiro pra ir jantar com a outra au Pair que tinha ido junto com a família que foi com a gente) e  tive que trabalhar cedo quando a gente voltou de viagem.

Eu posso dizer que tudo que a gente fazia era recíproco, eu trabalhava muito bem pra eles porque sabia que iam me pagar certinho, que eu poderia descansar o suficiente, o que são coisas que qualquer trabalhador almeja não é mesmo?! Rsrs

Eles sempre me elogiaram e o meu relacionamento com as crianças era tipo de irmã mais velha. Eles me ligam até hoje, depois de 1 ano e meio que eu voltei pro Brasil. 

O que eu sei é que eu amo eles e se tiver a oportunidade de voltar a trabalhar pra eles eu volto, e eles dizem o mesmo (olha eu sendo Alice, que bonitinha kkk). 

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02 abril 2021

3 Lições que Aprendi Sendo Au Pair

Que o Au pair é uma grande experiência de aprendizado todo mundo já sabe, não é?! Desde aprender o idioma e a cultura do país escolhido, até aprender a lidar com as kids e com a host family. Terminamos o intercâmbio com a cabeça bem mais aberta, infinitas histórias pra contar e muitas lições aprendidas! Eu sou a Thamy e hoje, nove meses depois de ter terminado meu intercâmbio, vim compartilhar com vocês três lições que eu aprendi durante o Au pair que eu levo para a vida!

Pequenos momentos preciosos.

1 - Tomar decisões por conta própria 

Eu sempre tive que ser muito independente na minha vida. Saí de casa com 17 anos pra fazer faculdade e antes disso eu já trabalhava com crianças desde os 14, o que me trouxe muita noção de responsabilidade. Ainda assim eu tinha muitas pessoas pra contar: meus pais, meus professores, sem contar que estava no meu país, falando a minha própria língua e etc. A grande tomada de decisão acontece já quando você decide ser Au pair, pois muitas vezes a família não apoia sua decisão (o que não foi o meu caso, ainda bem!) e mesmo que te apoie, fazer um intercâmbio implica em tomar muitas decisões cruciais: deixar escola, emprego, família, namorado para trás por pelo menos um ano, decidir o que levar na mala e ir pra um país desconhecido aperfeiçoar um idioma que você mal fala! Vocês tem noção do quão assustadora essa ideia pode ser pra algumas pessoas? Então, se você apesar de tudo isso já tomou sua decisão de ser Au pair, ponto pra você! E não pense que a tomada de decisões para por aí! Durante o intercâmbio vão ter zilhões de coisinhas pra decidir e muitas vezes você pode até pedir opinião da sua família no Brasil, ou de amigos, mas no fim só você mesmo vai poder decidir, afinal você estará à milhares de quilômetros de casa em um país que talvez a sua família nem conheça direito! Não estou citando isso pra criar desespero, mas sim pra dizer que aprender a tomar suas próprias decisões, ser independente e responsável por você mesmo faz você crescer muito e traz muitas coisas boas pra sua vida!

No aeroporto antes de embracar para essa
 jornada de aprendizados


2 - A importância do respeito e da humildade

Duas coisas que eu sempre valorizei muito, mas que passei a procurar mais nas pessoas e em mim mesma só depois que fui viver essa aventura "au pairiana" são os valores de respeito e humildade. Estar em outro país requer muito respeito! São diferentes línguas, diferentes culturas e diferentes modos de pensar a vida! E, para que aconteça uma boa convivência, é necessário que todos se respeitem. Parte do respeito é entender que os costumes da sua host family podem ser bem diferentes dos seus, e você por estar no país deles precisa respeitar esses costumes. Por outro lado, a família está te acolhendo na casa deles e precisa também entender que você vem de outra cultura, com outros costumes! A humildade entra aqui: não tem que se achar melhor (nem pior) do que a pessoa de outra cultura. Nem se achar superior porque está acolhendo uma pessoa que vem de um país mais pobre. Tem que ter respeito! É claro que vai ter uma troca de culturas, você aprende sobre o país deles e eles sobre o seu, esse é um dos objetivos! Ah, e também tem que ser humilde e ter respeito com relação ao trabalho da au pair, respeitando as regras do programa, por exemplo! Flexibilidade também tem que existir, afinal, no programa, você ajuda a família e a família te ajuda em troca, mas sempre tem que haver respeito mútuo e como ambas as partes podem ser bem diferentes, é importante ter a humildade de pedir desculpas quando (mesmo que sem perceber) agir de forma não tão legal com a host family ou com a au pair!

Respeito e amor andam juntos.


3 - Valorizar o meu país e a minha cultura 

Eu sempre tive curiosidade em conhecer mais sobre os outros países e outras culturas, então a ideia de viajar para fora sempre foi bem atrativa pra mim. Quando eu decidi que queria fazer intercâmbio, na verdade eu estava meio frustrada com as coisas no Brasil. Eu fazia Ensino Médio em escola pública e percebia que nada funcionava direito aqui. Eu sempre quis estudar e passar no vestibular e as aulas da escola eram pura "matação", ninguém queria "nada com nada"! Com isso resolvi que talvez fosse legal ir em busca de uma vida melhor lá fora, afinal sempre nos passam a ideia de que o que está fora do Brasil é melhor e dá mais certo, mas acabei passando no vestibular e seguindo a vida fazendo o que eu mais gosto, que é dançar, e só botei a ideia de intercâmbio em prática depois que eu me formei. E foi lá fora, fazendo intercâmbio, que eu pude perceber quantas coisas lindas nós temos no Brasil: as paisagens, as praias, a natureza, a nossa cultura (que é vasta, cada cantinho do Brasil tem costumes diferentes), e a nossa comida! E não só isso, mas essa natureza tão característica dos brasileiros de ser caloroso, amigável e receptivo. Sempre falam que quem vai pra fora se torna bem mais patriota com relação ao Brasil. E é verdade! Amamos conhecer tudo sobre a língua e a cultura do país em que vamos fazer intercâmbio, afinal o objetivo é esse né! Mas amamos encontrar um mercado ou restaurante brasileiro e aproveitar as maravilhas deliciosas que temos no Brasil (ergue a mão quem nunca fez brigadeiro para as kids!). Ah, já ouviu falar no Brazilian Day? É a prova viva disso! Então só posso dizer: vá viver a melhor experiência que você puder lá fora, aprenda sobre as outras culturas, mas não esqueça da sua! Afinal, coisas ruins existem em todos os países, cada lugar terá pontos positivos e negativos, não existe um país perfeito! E saiba que, pra cada uma desses pontos negativos, existem outras coisas infinitamente lindas! 

Brazilian Day em 2019 - NYC


O Au pair é uma experiência de aprendizado muito intensa. Querendo ou não você passa por poucas e boas, por muitos desafios e muitos perrengues, você conhece muitas coisas novas e vive experiências e emoções antes desconhecidas, e isso tudo faz você crescer de uma forma imensa, não só em conhecimentos práticos, mas também como um ser humano! Por fim, o au pair é temporário, geralmente um ou dois anos da vida, parece pouco, mas é tempo de sobra pra muitos aprendizados que vão te acompanhar pra vida toda! Aproveite cada segundo dessa sala de aula chamada au pair!

Beijinhos! 

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30 março 2021

De Au Pair à LCC - Minha Agência

ex-Au Pair e atual LCC da EurAuPair

Eu sou a Gisella e este é mais um post do dia 30 e o meu 4º post aqui do Blog das 30 Au Pairs! Se você ainda não conferiu os meus posts anteriores, os links estão lá no fim do post:)

Como vocês viram pelo título, eu me tornei uma LCC e neste post, eu quero falar sobre a agência que escolhi trabalhar, a EurAuPair! Quando a gente decide ser Au Pair nos EUA, as primeiras agências que pensamos em escolher acabam sendo entre as 3 mais populares, a Cultural Care, Au Pair in America e Au Pair Care.

Aqui no blog, tem um post bem famoso e muito bem escrito sobre várias agências e que explica bem detalhadamente as vantagens e desvantagens de cada uma, o link é esse aqui: 

https://www.oblogdas30aupairs.com/p/escolha-sua-agencia.html

Porém, por ser de quase uma década atrás, eu quero atualizar sobre a agência EurAuPair, começando por dizer que ela não é uma agência "menor" como foi dito lá, a EurAuPair está no mercado há mais de 30 anos, inclusive é umas das mais antigas e é uma agência SÓ de Au Pairs. Acontece, que ela é uma agência Europeia e não muito conhecida na América do Sul, por isso, a maioria das Au Pairs que vem para os EUA por essa agência, são de países da Europa, principalmente da Alemanha e França. E esse é exatamente um ponto bastante vantajoso para as Au Pairs brasileiras, já que quando uma Host Family busca por uma Au Pair brasileira, não tem muita concorrência entre as candidatas brasileiras, mas existe uma vasta opção de Host Families, caso você entre em rematch e precise encontrar outra família em 2 semanas ou se decide trocar de família na extensão do seu programa.
As agências que representam a EurAuPair (EAP) no Brasil são a IE e a CI, a mesma que também oferece a Au Pair Care (APC) e outro ponto que mudou desde aquele post para cá, foi o processo, que antigamente era manual, mas hoje em dia é todo eletrônico e online como nas outras agências e é bem legal que não há um limite de famílias que podem acessar o seu application por vez. 
O treinamento é chamado de "Au Pair Workshop" e acontece próximo ao Central Park em New York City! (e não é em um hostel como também diz o post) Infelizmente, a EAP não aceita meninos, mas ela oferece o "EurAupair Par Expérience Program" para as meninas com mais de 20 anos e que, ou são formadas na área da educação, ou que vem trabalhando em tempo integral com crianças pelos últimos 2 anos. Essa categoria é exatamente igual a modalidade "extraordinaire" da agência APIA, o salário é de US$250 por semana, mas na EAP, a Au Pair Par Expérience ainda recebe US$600 ao final do programa! E olha que quando eu estava escolhendo a minha agência para vir ser uma Au Pair aqui nos EUA, eu acabei me decidindo pela Experimento por ser pedagoga e porque eu não conhecia a agência EurAuPair. Hoje, sou muito orgulhosa por poder fazer parte da equipe dessa agência, passei por um intenso treinamento e a minha coordenadora também é uma ex-Au Pair brasileira, ou seja, como já passamos pelo programa, conseguimos entender melhor as nossas Au Pairs 🧡

Se você gostou da minha história e quer saber mais sobre mim, eu não estou em redes sociais, mas tenho um blog estilo diário onde venho registrando os detalhes da minha jornada nos EUA desde 2010, ou seja, a última década inteira da minha vida está lá nos arquivos! blogdagisella.com

Boa sorte e até o próximo post💗
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