01/02/14 ~ O Blog das 30 Au Pairs

Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Sorteio

Tudo que você precisa para dar aquele up no seu processo de au pair. Participe do nosso sorteio!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

quinta-feira, fevereiro 27, 2014

E parece que a ansiedade nunca acaba ...

Será que um dia nesta vida louca de au pair essa bendita ansiedade há de acabar?
Estou pensando seriamente, mas eu acho que não!


Tudo começa quando você procura informações sobre esse lindo intercâmbio (à primeira vista é tudo lindo, não?) e fica na ansiedade de colher cada vez mais informações, sai fuçando tudo o que tem na internet para saber de tudo um pouco, to errada?! Todo mundo faz isso que eu sei.
Logo depois vem aquela angustia e a pergunta: qual agência eu escolho? E lá vamos nós de novo, visita uma, duas, três, pede ajuda e procura mais e mais informações de cada uma delas e fica na ansiedade de qual será a melhor, mas não é a melhor para a fulana e sim a melhor para você!
Passada esta escolha, vem a angustia de preencher o application e você se assusta: Aaah é tudo em inglês? Pois é meus queridos, tudinho tudinho em inglês. Você passa dias e noites sem dormir direito preenchendo tudo bem perfeitinho, pede para aquela amiga mega viajada, ou para a professora querida de inglês revisar tudo e enfim um alívio: está tudo ótimo! Ops, alívio não. Sabe porque? Tá na hora do teste de inglês e lá sem vão mais uns dias e umas noites sem dormir, buscando informações com quem já passou por isso, querendo saber das perguntas, estudando igual uma louca e pra que? Para pelo menos passar no teste com o mínimo de inglês exigido e mais do que isso é lucro! E então, acabou né? Mas é claro que não honey. Ta na hora de esperar ficar online, senta e espera fofas e fofos. A agência tem que revisar tudinho e se tiver correções a fazer será voando que você fará! A espera acabou e todos gritam: I'm Online! 
Como eu queria que a ansiedade tivesse parado ai minha gente. Só queria mesmo. Mas agora acho que é a pior parte (pelo menos ta sendo para mim), esperar pela família perfeita! Não adianta entrar família no perfil se a mesma não for compatível com os seus valores, com os seus ideais e as suas vontades! Bora esperar o maravilhoso feeling e gritar: I have a Match! 
E você claro, fica todo aliviado em pensar que parou por ai, mas e depois? Será que é só isso? É claro que não! Vamos voltar a ansiedade: visto, embarque, treinamento, encontro com a host family e depois de um ano todinho eu creio que essa bichinha volta: estender ou não, oh dúvida cruel, mas quem optou pelo não é hora de voltar pra sua terrinha querida!


Me desculpem pelo post longo, mas eu só queria demonstrar a vocês que estão neste processo que a ansiedade é um sentimento que se tornará amigo e que vocês tem que saber controlar isso. Ansiedade é a palavra chave na vida de au pair e é muito mais que qualquer coisa. Sem esse sentimento você não vive verdadeiramente este processo. Assim como eu, acho que todos estão aprendendo a lidar com o melhor amigo de vocês! Concordam? 
E só para avisar: a ansiedade nunca acaba tá? Espero ansiosa para mais um post no mês que vem, até lá!
Share:

terça-feira, fevereiro 25, 2014

Ir pra Veneza sozinha no carnaval, dá certo?




Não sou fã de carnaval, nunca fui. Não faço questão nenhuma de sair por aí desfilando, dançando, enchendo a cara ou fantasiada só-porque-é-carnaval! Não faz meu tipo, não adianta insistir, ok? Eu gosto de música clássica, mesmo nos sábados à noite e não troco um bom livro por nada!! Tá, talvez por boas companhias, mas só talvez...

Então uma semana depois que eu volto da minha viagem de ano novo, minha mãe postiça me avisa que se eu quisesse poderia viajar na semana do carnaval, pois eles iriam esquiar. Minha família nunca me convidou para viajar com eles, e eu nunca fiz questão disso. Para o meu carnaval eu não consegui companhia e pensei em ir para Colônia ou para Veneza. Pensei em Colônia por ser mais comum no carnaval para alguém da minha idade, fui besta e pensei no que iriam pensar da viagem que EU iria fazer. Tem cabimento? Não, né! Meu sonho era conhecer o carnaval veneziano além das fotos, andar pelas ruas cheias de gente e admirar as máscaras e fantasias que, de tanto ver em fotos, poderiam ter por lá. Fui pra Veneza! Sem roteiro algum e com a única obrigação de viver o meu carnaval do jeito que eu, apenas eu, e somente eu quisesse!

A ideia que eu tinha era de que Veneza era romântica demais para ser visitada sozinha. Acontece que era carnaval, eu queria conhecer aquele carnaval colorido, cheio de máscaras e roupas divertidas e costumes diferentes. Sábado de carnaval, então, embarquei em um trem noturno em Munique e cheguei em Veneza no domingo de manhã. Larguei minha mala no hotel e fui passear. O dia estava frio e ensolarado, eu era uma bola de casacos não diferente dos outros turistas e seguíamos todos para o mesmo local: a praça São Marcos. No carnaval a ilha inteira é colorida e fervilha de gente. Eu me comprei uma máscara e fiquei com ela no rosto o dia inteirinho, para entrar no clima!

Na praça São Marcos ocorrem apresentações de dança e concursos de máscaras. O pessoal não poupa nos detalhes, olhem só:





Andando pelas calçadas e pontes era gente assim por tudo o que era canto! Depois do almoço eu resolvi passear de gôndola - coisa que eu não tinha feito no verão por teimosia. "Então, quando custa a volta?", eu pergunto. "150euros", me responde o gondoleiro e eu me seguro pra não rir. Ok, fica para a próxima. O preço não era por pessoa, eram cento e cinquenta euros e poderiam ir até cinco pessoas na gôndola. Ali perto eu ouvia duas chinesas tentando negociar o preço com um gondoleiro, então me meti na conversa me convidando para passear com elas. Elas me olharam desconfiadas, mas eu não saí dali "Sem compromisso, a gente divide a gôndola, passeia e depois cada um segue seu rumo", ideia brilhante não? E deu super certo!



À noite, depois de jantar italiamente, procurei por uma festa divertida. Na principal praça da cidade haveria uma festa de música eletrônica, então foi pra lá que eu fui. Estava muito frio e eu desisti de ouvir àquela música só porque-era-em-Veneza. Ao que eu decido sair da praça vejo dois italianos vindo em minha direção, um deles de braços abertos. Eu ri disso, mas ah, era carnaval! Abri os braços também! Ganhei dois abraços, um café e um convite à uma festa! Fomos a pé até outra praça (e eu tentava decorar todas as placas que via, para não me perder) onde havia muito vinho, fogueiras e um show com uma banda. Bem melhor que música eletrônica!

Ao viajar sozinha, eu tentava prestar mais atenção aonde ia e aos horários. Não é porque era Europa que eu ia ficar passeando de madrugada por ruas desertas. Com relação a hospedagem, eu tentava reservar cama em albergues que eu julgava serem divertidos e nunca em quartos individuais - por estes serem mais caros e porque eu queria conhecer gente. Ao dividir quartos eu tentava não deixar minhas coisas muito espalhadas e, ao dormir, minha bolsa ficava comigo na cama. Não custa cuidar, né?


Não limitei minhas viagens a companhia. Conheci gente que não viajava porque não tinha com quem ir, e conheci gente que, ao viajar em grupo, perdeu um dia da viagem procurando hotel porque um do grupo não havia gostado daquele que eles tinham reservado. Eu decidi que eu não deixaria de conhecer algum lugar, ou ir a algum show, só porque ninguém queria/podia ir comigo. Você aí, que tá me lendo, e tem certo receio, tente ao menos uma vez, nem que seja por um dia, ou um final de semana. E deixe-se aproveitar. Seja inteiramente seu por um pedaço de tempo, deite na grama sem ninguém pra te chamar, pra te dizer para parar de contar as nuvens ou não conversar com as árvores. Permita-se!
Share:

segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Meu nome é Thaís. Tenho 24 anos e sou paulista! Acompanho o Blog das 30 Au Pairs ha alguns meses e desde os meus 18 anos quero ser uma “Au Pairzete”. Lia o site, os blogs, tenho revistas de NYC e o meu quadro favorito da Golden Gate está na sala. Mas de nada adianta um sonho que não sai do papel, ou melhor.. da tela do computador, né?


Em 2013 foi quando mexi os palitinhos. Afinal, Meus pais sempre me apoiaram e souberam do meu sonho de ir para os EUA - fora que AMO criança. Espero continuae assim - Fui na agência sozinha e depois meus pais foram comigo. PAH! Contrato fechado. Corri com tudo. A parte mais chatinha é o vídeo. Mas façam ele e estarão livre de 60% do processo!

Agora , com tudo pronto pra viajar as pessoas me perguntam: “eaí, tá ansiosa?”. Deixa eu pensar.. estou indo sozinh, para fora do meu país, morar com uma família que nunca vi na vida, outros costumes, hábitos e uma nova rotina.. claro que nãããão! Na verdade, não sei me descrever. Me sinto MUITO³ feliz! É um mix de sensações que só vivendo!
Só posso dizer que se vocês têm um sonho, não desistam por nada nem ninguém. Se você pode sonhar, pode fazer!
Desculpem-me o post curto. A idéia era me apresentar e incentivar vocês!!
Aqui vos fala alguém no seu primeiro dia em NY! 

Beijos!
Share:

sábado, fevereiro 22, 2014

Kids in the car

Os momentos mais estressantes do meu dia de au pair era colocar/tirar as kids do carro.
Pensem em um frio de -10 graus. Pensem em uma pessoa toda empacotada empacotando 3 crianças para poder abrir a porta. Pensem em tênis perdidos faltando cinco minutos para sair de casa. Pensem na neve no para brisa que demora para sair, pensem na kid de 2 anos que resolve que não vai entrar no carro enquanto você tem que abrir a porta na chuva para por a cadeirinha da baby no carro, enquanto isso, ele começa a correr loucamente, e a kid mais velha ficando extremamente nervosa porque vai se atrasar. UFA ! Só de lembrar dessas coisas já me dá um alívio de não ter que fazer isso nunca mais na minha vida.
Era complicado para mim, tinha o B de 5 anos , o D de 2 anos e a M de 7 meses. De todos , o de 2 era o que dava mais trabalho. Inclusive , acho que se as kids pudessem pular de 1 ano de idade direto para 4 anos a vida de todo mundo seria linda. Crianças de 2 anos são extremamente difíceis de lidar. Se você não tem muita paciência de sair correndo atrás de mini seres humanos fazendo coco e comendo o que não deve por onde passa, não cuidem de kids de 2 anos. Sério. Eu não sabia disso até eu chegar lá.
Minha experiência com kids era em escolinhas e com uma baby, aliás, amo babies, mil vezes ouvir um bebê chorar do que ouvir uma kid mais velha querendo discutir coisas que ela nem vai lembrar depois. Uma pena que eles crescem.
Mas, voltando, os momentos de colocar/tirar kids do carro eram os piores. Desgastava demais.
Mas depois que elas estavam dentro , tudo ficava bom e tranquilo por alguns minutos. Tinhamos momentos divertidos também. Cantavamos juntos, ríamos das coisas engraçadas que viamos na estrada, e sempre o irmão mais velho ajudava a distrair a baby quando ela chorava, o que não acontecia com frequência, a minha baby era um amor. Eram kids boas, apesar de tudo, apenas crianças, fazendo o que a maioria das crianças fazem na maior parte do tempo. Era só o estresse do carro que me matava mesmo.
Aliás, foi esse um dos motivos do meu rematch.
Já era o bastante ter que colocar/tirar kids do carro (e  pelo que eu expliquei acima, vocês já devem ter entendido que não era uma tarefa muito fácil pela idade das minhas kids) , 2 vezes ao dia, minha host mom ainda queria que eu ficasse levando eles para vários lugares. Parques, bibliotecas, bookstores. O que sinceramente eu acho certíssimo. Só que eu tinha uma kid de 2 anos que queria brincar loucamente e uma de 07 meses , que queria dormir e não fazia isso muito facilmente com barulho, o que resultava sempre em choros e mais choros dos dois. Sempre dava merda quando eu saia com eles. Sempre achei que quando ficavamos em casa , eu conseguia entreter eles muito mais, a baby ficava tranquila e podia dormir sem barulho, e o D de 2 anos podia brincar com tudo , sem que eu me preocupasse tanto quanto em uma bookstore, onde o único entretenimento dele era querer comprar tudo e chorar porque eu falava não.
Mas apesar de tudo, aprendi muito com essas kids. Elas me amavam incondicionalmente e eu também.
Foi extremamente difícil a nossa separação quando veio o rematch. Eu vivo sonhando com eles, com nossos momentos, com os sorrisos. Foram 5 meses lindos e inesquecíveis. Uma pena que o final não foi tão feliz com essa família. Uma pena que nem tudo se resolve do jeito que a gente acha certo.
Mas eu aprendi e não esquecerei. Espero que eles também não se esqueçam.





Share:

sexta-feira, fevereiro 21, 2014

Agência, o truque: parte 2

Meninada, tudo bem?

Vocês se lembram da tristeza que foi o último post? Então. (pra quem não acompanhou, é esse link aqui)

Eu enviei alguns emails depois dessa história toda. E quantas respostas eu recebi? Nenhuma, zero, nada, niente, rien, nothing! 

Olha só: 

Dia 4 de janeiro:

"Gabriela, tudo bem?
Finalmente consegui o último documento para ficar online.
Passei no exame de motorista e semana que vem chegará minha carteira.
Ficou um tempo parado porque tive que mudar de cidade e recomeçar todo o processo.
Assim que chegar a CNH enviarei escaneada por email.
Att.
Fernanda A. Galera"

Alguma reposta? Não. Só aquela ligação (A CI me ligou dizendo que eu não vou ficar online porcaria nenhuma (não com essas palavras) e que é pra eu entregar a documentação inteira de novo (App e tudo) e que o valor que eu paguei não vale mais de nada, que terá um “reajuste”.)


Depois mandei mais emails, do tipo:

"Gabriela, tudo bem?
estou aguardando o email com o detalhamento do meu processo depois do telefonema que tivemos.
Obrigada!"


Nenhuma resposta, gente!!!
Eu mandei um email também pedindo a cópia do contrato, como algumas de vocês me aconselharam por comentários. E nada. Essa semana agora vou ligar na sede de Campinas e pedir para transferir de cidade, porque não quero perder o dinheiro que já dei. Só por isso. Aí eu quero ver o que eles vão falar. Eu estou vendo essa viagem ficar cada vez mais longe... 



Masssssss.... não vou desistir!

Eu sempre vou atrás do que eu quero, por mais empecilhos que me apareçam! 
Se não der nessa, eu vou em outra, e em outra, até que dê!
Me ajudem a não desanima, plis!!!


Beijos e obrigada pela força de sempre! 

Share:

quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Destino: Holanda.

Falaaaa galera! É com muito prazer que anuncio a minha chegada ao blog! A partir de hoje os posts do dia 20 serão feitos por mim. Meu nome é Isabela, mineira por natureza, natural de belo horizonte, cruzeirense por amor, 18 anos, cursando Comercio Exterior e futura Au Pair na Holanda. Sou mais uma louca que resolveu abandonar tudo e embarcar nessa aventura maluca. Através desse blog vou compartilhar minha experiência com vocês, sejam elas boas ou ruins. 


                         


Tudo começou em 2013. Em um mês de setembro comum eu fiz a escolha de tornar o meu ano de 2014 diferente. Decidi que em 2014 eu iria colocar o meu sonho em pratica, e iria cair no mundo sozinha, sem saber o que me espera. Pois bem, a decisão foi tomada, e minha primeira meta pra 2014 foi idealizada. Massss não basta traçar metas, temos que correr atrás para realizá-las. E foi exatamente o que eu fiz. Comecei a pensar sobre como colocar o meu plano em pratica, conversei com os meus pais e eles se disponibilizaram a pagar um intercambio no finaaal de 2014, no Canadá, ou no USA, mas seria uma experiência ''curta'' seria um intercambio de 4 a 6 meses, dependendo do país e da escola que eu escolhesse (dinheiro não cai do céu né, e intercambio comum é caro pra caramba) Enfim, mesmo depois dos meus pais falarem isso eu não me dei por satisfeita, primeiro porque eu quero algo mais crazy, segundo porque eu não quero ir no final do ano né hahaaha, e terceiro mas não menos importante, eu não quero ficar apenas 4 ou 6 meses fora do Brasil quero mais, sempre mais! Ok. Dias vão, dias vem, e eis que em um belo dia eu fui pra resenha com o pessoal da faculdade, e comecei a conversar com uma colega minha que tinha voltado da Holanda recentemente, dai ela me contou das experiência dela, e etc e eu curti demais! E ai que me veio o click e eu pensei: ''Putz, é isso que quero!". Depois desse dia eu comecei a pesquisar tudo sobre o programa de au pair, e tudo sobre a Holanda, o país dos moinhos, bicicletas e tulipas, e me apaixonei pelo lugar que ate então, pra mim, era resumido em Amsterdam, mas a Holanda vai muito além disso! Em seguida eu comecei a pesquisar sobre as agencias, e depois de pesquisar sobre varias, eu escolhi a HBN, e após decidir qual agencia iria me auxiliar, eu comecei o processo pra ser Au Pair, mas isso é assunto pra o próximo post
See you next month!
beeijo :*


Share:

quarta-feira, fevereiro 19, 2014

A menina da cidade que foi morar no interior...ops.. Subúrbio!

Olá meninos e meninas! 

Eu iria escrever sobre outro assunto, eis que estava dirigindo e vi essa placa:

Nesse momento caiu minha ficha que eu não estava mais morando na cidade, como era antes!
Meu primeiro ano, morei em Washington DC, uma cidade com aproximadamente 500.000 habitantes, o que pra mim que sou de São Paulo, na capital, já é uma grande diferença! O local escolhido foi Vienna, na Virgínia cidade com aproximadamente 16.000 habitantes com o propósito de viver algo diferente no segundo ano.
Nesse um mês e meio cheguei a algumas conclusões e espero que ajude a quem está pensando em fechar com famílias do subúrbio!
*carro para uso da Au Pair deveria ser regra pra quem mora em subúrbio! Preciso dirigir aproximadamente 7 minutos pra chegar na CVS mais próxima.
* as chances de ficar entediada são maiores, principalmente para aquelas que gostam de sair bastante! Não tem muito entretenimento em cidades do subúrbio, dependendo do lugar tem parques, porém não é um bom passeio no inverno!
* as chances de gastar dinheiro são maiores! Se a HF não paga gasolina , você tem que tirar do bolso e  maioria dos passeios que dão pra fazer após o dia de trabalho, exige money! Restaurantes, lojas, cinema.
* para quem gosta de fazer caminhadas, assim como eu, talvez as ruas não tenham calçadas, e terás que andar no meio da rua. além disso eu andava bastante quando queria ir a lugares em DC e não queria gastar com transporte. Lá, isso é possível.
* os clusters podem abranger 3, 4 cidades, o fato de ter uma brasileira no seu cluster, não pode significar perto de você! 
* a maioria das famílias tem crianças em idade escolar, ou seja, se você tiver em uma família com baby, pode ser mais difícil de ter Playdates.

Até então, minha experiência está sendo boa, mas a minha host family colabora, pois eles são bons! 

A minha dica para as futuras au pairs... Se você tiver tempo e disposição, escolha a família e o lugar! Pois o lugar ajuda para que seu ano seja especial quanto esperado!

Beijos e até o próximo mês! 

:)


Share:

terça-feira, fevereiro 18, 2014

Lado B: aupairiando

Sempre pensei que fosse explicar o título do meu blog em meu blog, mas vi que seria melhor aqui, afinal posso compartilhar com vocês meu primeiro mês de experiência aupairiando nos Estados Unidos.  

Em meu blog, a partir da próxima semana haverá abas (páginas) com posts especiais a respeito da Escola de Treinamento, tour para Nova York, chegada na host family, presentes e todos esses posts tradicionalíssimos. Aqui vou deixar de forma bem sucinta, só pra deixar com água na boca para a próxima semana.

A Escola de Treinamento da Cultural Care é confortável ao mínimo e prática ao máximo. Alojamento, escritório, refeitório, storage room e auditório, relativamente, bem próximos uns dos outros.

Dica para quem vem no período de outono-inverno (entre os meses de outubro e março): se você mora no norte ou nordeste de nosso lindo país, traga todos os casacos, casaquinhos, blusas de algodão etc. sabendo que não serão suficiente para aguentar o frio da primeira semana. A diferença do pico da estação é muito forte para nosso corpo compreender que ele pode suportar. Se vier em novembro, o que você usar no inverno no Brasil, acredito que funcione. Se vier, porém no pico da estação (dez/jan), nada do que usa aí é eficiente. Eu pedi para minha host family mandar roupas adequadas pra mim. Recebi casacos e luvas. Se voce mora, no entanto, no sul e sudeste do Brasil, traga seus casacos mais pesados, se vier no pico da  estação. 

Outra dica: independente de onde você morar, não gaste com roupas de frio no Brasil (a não ser que estejam em conta, claro!). Se vier no pico da estação, na primeira oportunidade que tiver, vá às compras. Tudo estará magicamente em promoção!

A chegada na host family será algo estranho e engraçado ao mesmo tempo. É um momento para aproveitar sua chegada, aproveitar que estará vendo as pessoas além da tela do PC e momento em que as crianças irão te tratar como o que você realmente é: um estranho na casa deles.

Procure ser o mais comprensiva possível. Procure participar das atividades para as quais for convidada. Trate sua LCC com respeito e dignidade. Ela merece. Ela está fazendo o trabalho dela. Durante o dia, concentre-se no trabalho. A noite, esteja com a família e para a família. Dê-se a chance de conhecer o desconhecido e sempre permita que os outros saibam um pouco de você. A melhor maneira de passar pelas primeiras impressões é mostrar que você é quem mostrou ser.

Saldo do mês: Sentindo-me confortável e feliz, estranha e querida. Cheguei de mala e cuia em meu primeiro destino fora de casa.

Minha casa é onde meu coração faz moradia.
-------
Quer ler mais sobre mim? Acesse:

Siga-me: @gabriellassa
Tumblr: @gabriellassa
Share:

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Como se preparar para ser au pair na Holanda.

Oficialmente falando, esse será o meu último post ainda como au pair na Holanda. Dia 8 de março estou retornando para terra brasilis e seja o que deus quiser! 
Mas enquanto isso, resolvi aproveitar meus 11 meses de flatlands pra listar as principais coisas que você deve estar preparada para lidar, sendo au pair aqui. 

1. Bike
Será seu meio de transporte oficial em toda e qualquer situação. Se você não gosta de andar de bicicleta, melhor começar a repensar isso pois transporte público é relativamente caro (pra uma au pair!) e holandeses não tem hábito de usar carro. Só quando é realmente necessário e indispensável. Fora isso, tome-lhe bicicletagem! Faça chuva, faça sol, chovendo granizo ou com sol escaldante.

Bestie, my best friend here <3

2. Chuva
Aqui chove a maior parte do ano. Inverno é época de chuva, primavera é época de chuva, verão é época de chuva e outono é época de chuva. O verão dura 3 meses do seu tímido início ao seu deprimente final, ou seja, você vai ter apenas 1 mês de clima realmente bom. E mesmo nesse mês existe grande possibilidade de muita chuva. Fora do verão, espera-se que chova o tempo todo. E como holandês já ta acostumado com isso, pra eles chuva é só mais uma parte da vida... Como o trânsito é pra paulistas. A vida não para por causa da chuva aqui. Se você ta na sua bike, você continua na sua bike. Se você ta andando na rua, você continua andando na rua. Todo mundo ta sempre preparado pra isso.

amazing dutch weather

3. Idioma
Todo mundo fala inglês na Holanda. Sim, mas o idioma oficial do país AINDA é o holandês. O país funciona em holandês. O transporte público é em holandês, os jornais, revistas, propagandas, anúncios, produtos no supermercado... Tudo em holandês! As pessoas vão se dirigir a você primeiramente em holandês. Então você TEM SIM que aprender um pouco de holandês. Até mesmo por que, vamo combina né galera... Não faz sentido você querer ir morar num país e não querer se inteirar pelo menos um pouquinho na cultura local. Se é pra isso, melhor nem sair de casa! 


3. Comida
A comida holandesa pode até ser considerada muito saudável por muitos. E eu não tiro o crédito deles não... Porém, comida saudável não é sinônimo de comida gostosa. Tudo aqui é meio sem tempero, e a única refeição verdadeira que se faz, é no jantar. No resto do dia o hábito é que se coma pão. Pão com os mais diversos tipos de mistura... Incluindo até mesmo chocolate granulado, uma especialidade holandesa! A dieta deles é MUITO diferente da brasileira, raramente se come junk food nas casas tradicionais, e a quantidade de vegetais consumidos é muito maior que no Brasil. Além disso é muito raro comerem carne vermelha, e mesmo frango ou peixe, geralmente só rola umas duas ou três vezes na semana. Muita menina engorda muito e algumas também emagrecem muito. A dieta da host family e o funcionamento do seu organismo vão influenciar muito nisso. Mas de um jeito ou de outro, esteja preparado pra grandes mudanças alimentares. 

huummm lekker eten! só que não.

4. Dutch Lifestyle 
O estilo de vida holandês é bem daqueles AME OU ODEIE-O. É muito difícil encontrar pessoas que ficam no meio termo. Holandeses no geral são bem práticos e diretos. Não ficam de rodeio nos assuntos e não tem aquele medo que brasileiro geralmente tem de ofender com a própria opinião. Muita gente se sente magoada ao conversar com holandeses, pois eles não veem problema algum em te dizer que acham estúpido o que você está dizendo e que não concordam. No geral eles são muito saudáveis, loucos por esportes e por atividades outside. Coisa mais normal da vida é você ver a galera correndo em dias de chuva e frio, como se fosse um dia de verão. Eles, no geral, consideram os brasileiros um povo preguiçoso, pois geralmente não nos engajamos em muitas atividades ou esportes ou clubes ou whatever. Pelo menos não no mesmo nível de comprometimento em que eles se engajam. Holandeses também são muito apegados as suas rotinas e agendas. Tudo é agendado na agenda e quase nunca sobra espaço pra planos de última hora ou idéias impulsivas e espontâneas. E isso é um dos motivos pelos quais eles correm na chuva... Se eles tem que correr toda terça-feira as 10h da manhã, é isso que eles irão fazer. O que, cá entre nós, gera várias piadinhas sobre como as dutch women provavelmente agendam o dia de sexo com dutch men na agenda também. Outro ponto: geralmente quem manda na casa aqui são as mulheres. Na verdade elas mandam em muita coisa... Não fique esperando muita atitude dos homens holandeses, eles estão acostumados a dançar de acordo com a música delas. Apesar de ser uma sociedade de consumo como todo país considerado desenvolvido, aqui não existe muito da cultura shopaholic que se tem em muitos outros lugares, Brasil incluído. Ou seja, geralmente eles compram o que precisam, com um exagerozinho aqui e ali, mas quase não se vê aquela disputa de "quem pode mais" no quesito financeiro. A maioria só quer viver bem. E eles também não são muito ligados em moda. Em parte por conta da vida sobre bikes, que não permite muita frescura na hora de arrumar, e das chuvas constantes que acabam com qualquer tentativa de maquiagem... No geral até mesmo os mais ricos vão sempre estar vestindo algo que seja confortável, apropriado e um pouquinho brega. E claro, o motivo pelo qual holandeses são mundialmente conhecidos: eles são muito mente aberta. Mesmo que não sejam mente aberta em concordar com todas as políticas, eles não veem problema nenhum em discutir assuntos polêmicos. Aqui política, religião e futebol se discutem sim. E sexo, drogas, experiências de vida, e quaisquer outras coisas que você queira discutir são sempre bem vindas! 

you know you're dutch when... 

5. Mão de vaquice 
Esse tópico do dutch lifestyle merece destaque próprio. Citei acima que holandeses não são muito consumistas e grande parte se deve a isso: ELES SÃO MÃO DE VACA PRA CARALHO. Pelo menos aos nossos olhos brasileiros acostumados ao desperdício e exagero. Não se espante ao receber pagamento em moedas. Não se espante quando disserem que a comida foi contada e cada um só tem direito a um prato. Aqui se compra a marca do mercado, se reutiliza toda e qualquer coisa que possa ser reutilizada, tudo vem em porções reduzidas pra evitar desperdício e eles sabem que tem fama de mão de vaca e não ligam. Na verdade é até meio que um orgulho. Como o fato de serem diretos e falarem tudo. Ou seja, se você vem esperando presentinhos, dinheirinho extra na conta como agradinho e etc... Esqueça. Aqui tudo é contado e recontado. 


Bonus tip: Se a sua futura host mom está grávida, a chance do bebê nascer em casa é de 90%! Holandesas geralmente dão a luz em casa, na própria cama, com uma parteira. Só se vai pro hospital em casos de algum problema previamente detectado, ou algo que não aparente estar indo bem, mas os casos em que isso acontece são raríssimos. 

É isso pessoal, são apenas algumas coisinhas que vale a pena estar aware quando se embarca nessa louca aventura de vir ser au pair na Holanda e que com o tempo você vai se acostumar. Ou não. 
Mês que vem já estarei postando from Brazil e espero poder fazer um resumão do que esse ano (ano? ai meu deus parece que foi só um mês!) me trouxe! 

Tot ziens! See you all in Brasil-sil-sil! 

#PartiuBR
Share:

domingo, fevereiro 16, 2014

Confusão..A gente se vê por aqui.

Good morning everybody.

O assunto do post de hoje não é muito agradável mas reflete um momento pelo qual estou passando e a grande maioria das pessoas que resolvem ser au pairs também passam.
Eu to falando daquele momento em que tem tanta coisa nova acontecendo, tanta mudança, tantos sentimentos juntos ao mesmo tempo que você acaba ficando confusa.

Como? Porque? Como? Onde? AHHHHHHHH

Um dos melhores lados do programa de au pair é que, durante seu ano de intercâmbio, você se (re)descobre enquanto pessoa.
É  muito bom mudar de ares, ir pra um lugar novo onde ninguém te conhece e poder ser quem você quiser ser, mas não é fácil não.

Eu me lembro de ler aqui no blog, quando anda estava no Brasil, posts de meninas falando sobre como as emoções se intensificam quando a gente está aqui. E eu achava que era exagero delas.
Mas quer saber? É a pura verdade!

Um dia você acorda feliz, toma café e na hora do almoço já está triste, só pra meia hora depois ficar feliz de novo.
As emoções são suas principais companheiras aqui, todas elas e ao mesmo tempo.
Eu costumo dizer que nós temos uma relação de amor e ódio com esse mundo aupairiano.

E é tanta coisa nova, tanta emoção brincando de dança da cadeira na sua cabeça que em alguns momentos você se sente confusa, meio perdida.
O que fazer quando isso acontece?
Esperar.. uma hora passa. Enquanto isso, tente ocupar a cabeça, focar nos estudos, ler um livro, sair com as amigas, qualquer coisa que te mantenha fora do redemoinho de sentimentos.

Uma hora tudo volta pro eixo. #tenhamosfé

Bom mês pra vocês!
Até o próximo 16.

Share:

sábado, fevereiro 15, 2014

Tudo novo (de novo)!

Olá gentes!!! 
Bom, eu sou a Luana e sou nova aqui no Blog (na vida de Au Pair também) e vou aproveitar essa primeira postagem para me apresentar um pouco e falar como decidi entrar nessa vida internacional. 

Quem nunca acordou um dia com vinte e tantos anos e pensou: e agora? Bom, esses “e agora” me perseguem desde os 16, sou muito agitada e nunca suportei a rotina de "escola, cinema, clube, televisão", já fiz mil e uma coisas na vida: faculdade de jornalismo (desisti depois de um ano), agora tô terminando a de Letras, fiz cursinho, já trabalhei com (quase) tudo.Enfim, não paro de mudar e mudar e mudar.

Mas nunca vou esquecer um dia em que acordei, isso quando fazia o segundo ano do Ensino Médio, e pensei: “e se eu fracassar? E se eu não der certo na vida? E agora, José?”. Essas dúvidas zuniram na minha cabeça enquanto enrolava no banheiro, e fui entrando na paranoia da vida moderna. No carro desabei e fiquei chorando pra minha mãe, que me deu uma bronca e disse: “vai logo para a aula de física que se você não estudar não vai dar certo mesmo”.

E aí eu estudei e estudei e estudei e....e agora? Parece que aos vinte e poucos anos a gente tem um vazio, que lutamos em preencher o mais rápido possível. Vejo amigos preparando o projeto de mestrado, outros dando aula em várias escolas e outros já fazendo vestibular de novo. Acontece que nenhuma dessas lacunas me preencheu, existe um bichinho dentro de mim que vive falando: “e viajar? E aquela montanha o meio do nada? E a Rússia? Você estudou russo pra que, hein?”. Ao mesmo tempo, outra vozinha me alertava: “viajar, pra quê? Você precisa ter é sucesso, fazer carreira, ganhar dinheiro”.

Aconteceu que um dia eu silenciei essas duas opiniões e pensei de verdade sobre todas as opções que se abriam na minha frente. Percebi que, de fato, “ser alguém na vida” não está só relacionado a ser monetariamente e socialmente bem sucedido, mas sim estar em paz com você mesma. Foi então que surgiu a ideia de unir minhas duas grandes vontades: ter filhos e viajar. O mundo deu um empurrãozinho, claro, e me fez gostar de um moço lá da Suíça.

Decisão tomada e malas prontas? Claro que não! A busca pela identidade e a segurança de saber o que queremos é continua e não depende só da gente. Eu estava super insegura sobre o ano que vem. Já tinha conversado com algumas amigas que chegaram às mesmas conclusões que eu, mas o que seria daquilo tudo sem um argumento de autoridade. Pois bem, no primeiro dia útil deste ano tive um encontro com minha orientadora. 

Depois de conversarmos sobre artigos, monografias e projetos eu lancei a ideia, como quem não quer nada: “professora, a senhora acha que se eu não ingressar no mestrado ano que vem e resolver viajar por um ano e trabalhar no exterior eu vou jogar uma oportunidade única fora?”, levando em conta que ela é toda acadêmica, pensei: “agora sim fiz minha caveira com a mulher”. E foi aí que veio o susto, ela riu e respondeu: “menina! Que perder um ano que nada! Você é nova, tem que sair da zona de conforto. Vai viajar sim, rala bastante e quando você voltar, a universidade vai estar aqui para você”.


Pronto, agora sim eu tinha tudo, só faltava contar para a família e começar a procurar as hosts. A vida de au pair está começando pra mim e, a partir de agora será uma história atrás da outra. Sou nova nesse mundo de viajante, mas as malas são bem grandes e tenho certeza que no final disso tudo elas estarão cheias de histórias para contar!

Share:

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

Viajar sozinha, rola?



Se tem uma coisa que eu aprendi durante esse intercâmbio é curtir a mim mesma! Estar sozinha, só com meus pensamentos, tomando meu chimarrão, estudando, assistindo meus filmes e séries... Enfim, curtindo momentos sem ter a necessidade de estar com alguém. Eu sempre tive namorado, SEMPRE! Não sabia administrar essa situação de não ter alguém ali do meu lado. Um dos motivos pelos quais decidi morar fora foi aprender a viver sozinha. Porque vida de au pair, muitas vezes, se resume em estar sozinha. Rodeada pela host family, rodeada por outras au pairs, pelos colegas da aula, rodeada de crianças, mas completamente sozinha. O segredo é fazer amizades, temporárias, mas não deixam de ser amizades, e eu sou muito comunicativa , eu me viro. Adoro conhecer gente de outros países e tento conhecer mais os americanos. Sempre tenho companhia para sair, dar uma volta, visitar um museu, turistar por ai,ir pra balada, beber no bar,  ir no cinema, etc.
Mas tem experiências que eu gosto de passar sozinha. Gosto de me decidir de última hora, pegar minha bolsa e sair! Adoro malhar sozinha, eu e meus pensamentos! Gosto de passear pela cidade (DC amada <3) , prefiro fazer compras sozinha , enfim... Tem coisas que é melhor só comigo mesmo!
Eu já havia viajado sozinha no Brasil. Fui pra São Paulo pela segunda vez (eu sou do RS) , quando fui fazer meu visto, e embarquei sozinha! Tive a sorte de encontrar uma galera legal no hostel que eu estava hospedada (3dogs, na Vila Mariana, super indico)  e fiz vários programas que incluíram volta de bike no Ibirapuera, balada e 25 de março, todos sozinha! Estar sozinha aumenta as suas possibilidades de conhecer gente nova!
Aqui nos EUA já fiz viagens com amigas, em grupo, o que também é legal! Viajar com a família (a de verdade !) , ou até a host family (se eles são legais) , viajar com o namorado, com um grupo de amigas, tudo isso é divertido! Mas se você não está sozinha, todos precisam concordar com os detalhes da viagem. É preciso planejar o roteiro pensando em todos. E, pra ser justo, todo mundo tem que participar da organização . As pessoas são diferentes e as vezes podem acontecer atritos.
Isso não ocorre quando você viaja sozinha! Tu planeja como quiser, pra hora que quiser, partindo de onde for melhor pra você! É o seu momento de  auto conhecimento, de reflexão, de se abrir para novas experiências! Quando se viaja sozinho, não é necessário negociar a sua liberdade com o outro! Você simplesmente se joga, e vai!
Fui pra Chicago sozinha no Natal de 2013. Encontrei uma amiga que já estava lá e me hospedei na casa de uma outra amiga que eu só conhecia pela internet! Aventuras de au pair!  Estou planejando, ansiosamente, minha trip pra California, ! San Francisco, Los Angeles, Grand Canyon e Vegas! Road Trip pela Highway 1 e tudo mais que a costa oeste pode me oferecer! Uma das viagens  mais esperadas desse ano de intercambio ! Vou encontrar com outras au pairs por lá, que por enquanto, também só conheço pela internet!

Mas a  minha melhor companhia, para todas as horas, sou eu mesma! Me descobri uma boa companheira de viagem!
Share:

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Minha lista de perguntas "Cara de pau"


Quando estava no processo de entrevistar famílias, organizei uma lista de perguntas totalmente estilo "cara de pau". Reuni umas que peguei em blogs, criei outras, pedi nos grupos... E agora venho compartilhar com vocês.

Comece o email assim:


I also have some question bellow. They don't have right or wrong answer, is just for if we have a match, I will know exactly how will be my year with your family.


  • About the kids and family

I consider really important have a healthy diet, so may I try introduce this in your kids diet? Try different vegetables, fruits and recipes.

Is the kids allowed watch TV and play videogames? If so, how many times per week and how long?

Do the kids usually cry when you leave?

Are they jealous with each other?

Do they kids take shower every day?

What was the last time they get sick? What did they have? For how long?

Do I have to call you to tell if we are going to the park?

Can I show my culture for the kids? Can I cook Brazilian food?

Do you eat dinner together?

Do you mind if the Au Pair eat dinner with you?

  • About the car

How far from the house  I have permission to use the car? What is the car curfew?

 Are there any certain times when I can't use the car?

Will the car be only to Au Pair use or it's to share with the family? If will be only to Au Pair use, need ask permission every time before get the car?

How works the payment of the gas in your family?

Will I have to drive the kids for some activity when I be working?
  • About the schedule

How is it decided which weekend is off? 

How will be the schedule in the holydays?

Can you give a example of my schedule?

I totaly understand that I am not able to make some duties while I watch the kids, but am I free to decide when is better to me make the laundry for example? Or do you have a day you prefer?


  • About phone and connection

How is the Internet in your house? Am I free to use in my off time?

Will I have Internet in my room?

What do you think about have one phone only to the family and I keep my personal to friends and Internet? If you agree, will you be able to pay one (to the family) and I pay the another to me?

  • Au Pair

Would you mind if I ask you to talk to your Au Pair? I have some questions about the area, about the others Au Pairs, about where she studies 

Is your Au Pair in remach now? If so, who asked for rematch? Why?

How many Au pairs did you have and how long they lived with your family?

Have some rule about when and how many times can I take shower? Because some families can have problems with the noise.

The door has lock in the Au Pair bedroom? Children (in the case just Owen because the baby dont walk yet) are accustomed to frequent the  Au Pair bedroom?

How often the people go to the playroom? The kids usually play there or it's only to adults?

How your Au Pair usually go to school? By car or by bus? If I need, can I use the car for go to school?

Do you have in your house some kind of food am I not allowed to eat? For example, I already saw host families putting name on the food for Au Pair don't eat. Can this happening in your house?

If the Au Pair like to eat some kind of food that your family don't, will you be able to buy?

The Au Pair supposed to to make dinner for everyone? If so, how often?

Who is responsible for making market? Will the Au Pair be responsivel for this in some moment?

If any day Patty (A Nanny) won't work for some reason, how it will be? What is the back up plan?

Take your time to answer. Remember that is not wrong or right, it's just a way to know how will be live in your family.


:)
Share:

terça-feira, fevereiro 11, 2014

Uma espera interminável

Olá pessoal como vão as coisas por aí? Por aqui o tempo não passa, sabe aquele ditado "não sei se caso ou se compro uma bicicleta"? Eu estou mais ou menos assim. Se eu tivesse que resumir tudo que eu estou sentindo em uma só palavra seria ansiedade. 

Eu já preenchi todos os documentos que precisava preencher, já enviei tudo e já fiz entrevista com as agentes, da minha parte está tudo ok agora só falta encontrar a família. O processo de match da HBN é um pouquinho diferente, eles comparam seu perfil com o perfil das host families e fazem uma espécie e combinação. Isso é bom porque eu não corro o risco de cair em uma família que não tem nada a ver comigo. Esse critério de "combinação" deles é bem rigoroso o que diminui as minhas chances de rematch (parte boa), porém demora mais porque se não tem uma host family que combine com o seu perfil você não recebe NENHUMA proposta, que é o meu caso (parte ruim).
Considerando tudo isso a única coisa que tenho a fazer é esperar. Não tem como saber quando eu vou conseguir o tão sonhado match então minha vida está parada. Eu não fiz minha rematricula no inglês porque tinha certeza (e a garantia) de que até no máximo início desse mês eu estaria na Holanda, não me preocupei em prestar vestibular porque nem daria tempo de começar a cursar, larguei meu emprego, pois como pretendia ir logo seria difícil encontrar alguém para me substituir as pressas. Estou sem estudo e sem money e estou quase ficando louca com essa situação: sem resposta, sem perspectiva alguma aqui, sem poder fazer nada.
Que essa é a pior parte para se tornar au pair eu não tenho dúvidas, se você está passando por isso ou tiver que passar boa sorte. Eu não sei que conselhos dar, acho que a única coisa a se fazer nessa situação é aquilo que eu sempre digo: paciência!
Por hoje é isso pessoal, espero ter ajudado apesar de que desta vez acho que sou eu quem precisa de ajuda, conselhos serão muito bem vindos galera (: Qualquer coisa vocês me acham no Face ou no e-mail. Até dia 11, beijos.

camihfeer@gmail.com


Share:

Curiosidades Americana!!


Hey gente, Como vocês estão? 

Realmente a cultura americana é bem diferente da nossa brasileira, hoje vou falar um pouquinho sobre curiosidades americanas que eu vi aqui desde que cheguei, espero que gostem :)


Eles gostam muito de conversar, basta um problema em comum que eles ja saem falando;
Eles são muito patriotas, você encontra bandeira dos EUA em todos os lugares, ate mesmo em placa de carro;
Os comerciais na TV são bem estranhos, tipo nada haver, eles falam mal de uma marca super normal, ou usam um produto da mesma marca pra provar que o deles são melhores;
Nos Estados Unidos é muito comum os filhos, ao entrarem na universidade, saírem da casa dos pais. Isso ocorre, pois no sistema universitário norte-americano os alunos, quase sempre, vão estudar em universidades distantes de casa (outras cidades ou estados);
Os carros não possuem placa na frente, não é obrigatório em alguns estados, e a maioria dos carros sao bem grandes;
A coca cola é adoçada com xarope de milho ao invés de cana de açúcar como no Brasil, e tem vários tipos de coca cola, Coca Cola de Cereja, Laranja, limao Siciliano e limao;
O presidente é eleito como electoral college vote;
Aqui a comida é muito apimentada, mas eu gosto da comida, apesar deles colocarem pimenta em tudo eu vivo com uma garrafinha de agua ahahhaha;
O breakfast é bem calórico;
Na maioria dos lugares os refrigerantes são servidos como free refil.
Aqui nos estados unidos a taxa de imposto varia de estado pra estado;
Se voce comprar algo, guarde a nota porque se não gostar pode devolver e você recebe seu dinheiro de volta;
Se voce comprar algo po 1.99, pode esperar seu 0,01 de troco;
Quando voce for comprar algo paga um pouquinho a mais por conta das taxas, vem na nota o valor do imposto que você esta pagando;
E nem se preocupem ao entrarem em alguma loja, os vendedores não ficam no seu pé, eles perguntam se precisa de algo, se sim eles te explicam e saem de perto deixando você livre;
Aqui eles são bem educados, pelo menos eu achei, se eles forem passar na sua frente, ou ao menos tocarem em  você com toda certeza você ira escutar: Excuse me ou Sorry!
Éproibido aceitar carona;
Se ver uma plaquinha de STOP, você tem que parar de verdade e só depois seguir, aqui a lei funciona de verdade não é meio termo;
Na vizinhanca, pelo menos onde eu moro, você sempre fala com os vizinhos mesmo sem conhecer;
Na festinha de aniversário, não se bate palma ahhhhhhhhhhhh......
Aqui você encontra placa em Espanhol e em Português;
Eles falam quando eles gostam de você. Se um homem te acha bonita na rua, ele provavelmente vai vir e falar com você;
Eles são bem prestativos em geral, voce pede uma informação e eles te ajudam ( pelo menos aconteceu comigo ahahah);
As pessoas não usam chinelo dentro de casa, ficam descalças ou  usam meia, a maioria das casas possuem carpete;
A refeição mais importante é o jantar, no almoço se faz um lanche e pronto;
Aqui você encontra gente de todos os lugares do mundo;
Nao se pode beber na rua;
Aqui você mesmo coloca a gasolina no seu carro, é super pratico;
Você encontra policia por toda parte;
Quando o ônibus escolar PARA todos os carros de todas direções são obrigados a parar também;
Aqui tem cupons de desconto pra tudo, lojas de marca, restaurante, shows, etc....
Eles são realmente práticos,  existe ate um spray pra untar forma; 
E americano adora um café brasileiro :)

Gostaram?

xoxo
Ate o proximo post! Fiquem com Deus!
Share:

Follow by Email